Cronista
Celso Filipe Diretor-adjunto

Nasceu em 1964 e é atualmente diretor-adjunto do Jornal de Negócios. Frequentou o 4.º ano do curso de Comunicação Social da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Começou a atividade como jornalista em 1986 na revista “África Hoje”, tendo depois transitado para a “África Confidencial”, uma publicação de circulação reservada a assinantes. Como jornalista passou depois pelos semanários “Tempo”, “Semanário” e “Expresso”. Entre 1995 e 2005 esteve no “Diário Económico” onde desempenhou as funções de editor e chefe de redação. Entre 1998 e 1999 colaborou na Rádio Renascença com um comentário semanal sobre assuntos económicos. Em 2006 entrou no Jornal de Negócios como editor da secção de empresas.

Celso Filipe A nova vida de Centeno 28.06.2020 Celso Filipe
O pior está para vir. Mário Centeno quis sair do Governo, sobretudo por cansaço, mas a tarefa que terá pela frente será de uma enorme exigência. A pandemia de covid-19 colocou os bancos numa situação perigosa e constituirá, como avisou o Banco de Portugal no Relatório de Estabilidade Financeira divulgado na semana passada, “um teste de resiliência ao setor financeiro nacional e internacional”.
Celso Filipe Os efeitos das causas 25.06.2020 Celso Filipe
No início desta legislatura já tínhamos assistido ao abandono do Livre por parte da deputada Joacine Katar Moreira e, pelo caminho, André Ventura, líder e deputado único do Chega, também ensaiou uma ameaça de demissão do partido depois das críticas internas por se ter abstido, em abril, na votação da renovação do estado de emergência.
Celso Filipe O menos e o mais 23.06.2020 Celso Filipe 25
O comportamento irresponsável de alguns grupos de cidadãos está a pôr em causa o desconfinamento do país e merece não só repúdio, mas também sanções.
Celso Filipe Uma taxa libertadora 18.06.2020 Celso Filipe
A decisão dos Estados Unidos de abandonar a mesa das negociações da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico) para estabelecer um imposto internacional para as grandes empresas digitais não é propriamente surpreendente.
Celso Filipe Novo Banco, velha questão 17.06.2020 Celso Filipe 43
O Novo Banco é herdeiro de um equívoco que se criou com a resolução do BES, a 3 de agosto de 2014. Na altura, o Banco de Portugal anunciou a criação do Novo Banco, que supostamente ficaria com os ativos “bons” do BES, atirando para um denominado BES “mau” os chamados ativos “tóxicos”. A ideia que passou para a opinião pública foi a de que se separava o trigo do joio, e que o banco então criado estaria enxuto.
Celso Filipe O risco que vem da China 16.06.2020 Celso Filipe 38
A forma como a China irá sair da crise provocada pela pandemia de covid-19 é uma das incógnitas que rodeiam a construção de uma nova ordem mundial, tanto política como económica.
Celso Filipe Julgamento e entendimento 14.06.2020 Celso Filipe
O que nos dizem fenómenos como o derrube de monumentos em homenagem a Cristóvão Colombo nos EUA ou a pichagem de uma estátua do padre António Vieira em Lisboa?
Celso Filipe A receita que não existe 08.06.2020 Celso Filipe
A realidade é que Portugal não pode fugir ao modelo atual no qual o turismo e as exportações têm um peso relevante. O país é competitivo enquanto destino turístico e deve aprofundar esta sua valência. De igual forma, a aposta nas exportações é para manter, porventura fazendo mira a novos mercados.
Celso Filipe O medo e a máscara 07.06.2020 Celso Filipe
António Costa Silva, o conselheiro especial que o primeiro-ministro nomeou para desenhar um programa de recuperação económica tem absoluta razão num dos diagnósticos que fez, o de que a retoma “vai ser lenta” e influenciada pelo “medo”.
Celso Filipe Pedidos e achado 03.06.2020 Celso Filipe
Ninguém espera que António Costa Silva tenha uma ideia absolutamente disruptiva capaz de mudar a economia portuguesa pela raiz. A sua missão será fundamentalmente a de dar ordem e critério ao magote de prioridades com que vai ser invadido. Pensar nele como o homem que vai desenhar o futuro da economia portuguesa é manifestamente exagerado.

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