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Opinião por Celso Filipe
Informação sobre o colunista
Celso  Filipe
Diretor-adjunto

Nasceu em 1964 e é atualmente diretor-adjunto do Jornal de Negócios. Frequentou o 4.º ano do curso de Comunicação Social da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Começou a atividade como jornalista em 1986 na revista “África Hoje”, tendo depois transitado para a “África Confidencial”, uma publicação de circulação reservada a assinantes. Como jornalista passou depois pelos semanários “Tempo”, “Semanário” e “Expresso”. Entre 1995 e 2005 esteve no “Diário Económico” onde desempenhou as funções de editor e chefe de redação. Entre 1998 e 1999 colaborou na Rádio Renascença com um comentário semanal sobre assuntos económicos. Em 2006 entrou no Jornal de Negócios como editor da secção de empresas.

Artigos de opinião deste autor

A política amanuense

24.09.2020

Esta burocratização da política é um risco. Sobretudo para os partidos que a viabilizarem. É estranho que não tenham percebido isso.

O plano e a estrada

22.09.2020

O plano de recuperação económica proposto por António Costa Silva oferece as bases para se pensar o desenvolvimento do país de forma sustentada. Ninguém nega a relevância da transição digital, todos somos recetivos a melhorias na ferrovia, em especial à alta velocidade, assim como à importância do mar.

A espada e o contágio

17.09.2020

As Áreas Metropolitanas de Lisboa e Porto são os maiores focos de contágio e esta tendência irá perdurar por força da mobilidade social, utilização de transporte público e concentração de indústria e serviços nestes territórios.

Quem quer uma crise?

16.09.2020

Mesmo sabendo que desde setembro e durante os próximos seis meses, por força das presidenciais, Marcelo Rebelo de Sousa não pode convocar eleições antecipadas, o cenário de uma rutura, materializado no pedido de demissão de António Costa, pode mesmo concretizar-se.

O Portugal das capelas

13.09.2020

É claro que temos sempre a alternativa de atribuir este estado das coisas ao sistema, alegando de seguida que é impossível lutar contra ele e corroborando a visão de Vergílio Ferreira: “Frente a uma situação difícil, o português opta pela espera de um milagre ou pela descompressão de uma anedota. O grave disto é que o milagre não vem e a anedota descomprime de tudo. Ficamos assim à mercê do azar e nem restos de razão para mexer um dedo.”

Os ventos de Espanha

10.09.2020

A CGD, a par do BCP e do Santander, é o banco com mais capacidade para ensaiar movimentos de compra ou fusão em Portugal, sendo que o CaixaBank é também um protagonista a ter em conta neste xadrez.

A ementa presidencial

08.09.2020

O anúncio da candidatura de Ana Gomes produziu um efeito clarificador nas eleições presidenciais do próximo ano.

O poderoso Costa

03.09.2020

É verdade que a evolução da pandemia é uma grande incógnita, mas não é menos que o quadro político vivido este ano será irrepetível. O poder que António Costa foi capaz de exercer será posto à prova em 2021, sendo até previsível que surjam sinais de uma crise política que se poderá aprofundar, a qual terá como pano de fundo o aproximar de um ciclo eleitoral que começará com as autárquicas.

O intocável Putin

02.09.2020

A Rússia de Putin, com o seu opacismo, encontrou laços de convivência estratégica com a nebulosa China de Xi Jinping e tem beneficiado da estranha apatia dos Estados Unidos.

A anatomia do Novo Banco

01.09.2020

A auditoria da Deloitte vai servir de muito pouco porque as posições dos partidos já estão há muito definidas e os seus mentores não vão deixar que um relatório ponha em causa a sua análise dos factos.

Não havia necessidade

31.08.2020

A DGS comportou-se como um burocrata cinzentão incapaz de perceber a dinâmica daquilo que a rodeia e acabou por ceder quando devia ter tido a sensibilidade de entender que a transparência neste processo era imperiosa. Pôs-se a jeito quando não havia necessidade.

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