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Opinião por Celso Filipe
Informação sobre o colunista
Celso  Filipe
Diretor-adjunto

Nasceu em 1964 e é atualmente diretor-adjunto do Jornal de Negócios. Frequentou o 4.º ano do curso de Comunicação Social da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Começou a atividade como jornalista em 1986 na revista “África Hoje”, tendo depois transitado para a “África Confidencial”, uma publicação de circulação reservada a assinantes. Como jornalista passou depois pelos semanários “Tempo”, “Semanário” e “Expresso”. Entre 1995 e 2005 esteve no “Diário Económico” onde desempenhou as funções de editor e chefe de redação. Entre 1998 e 1999 colaborou na Rádio Renascença com um comentário semanal sobre assuntos económicos. Em 2006 entrou no Jornal de Negócios como editor da secção de empresas.

Artigos de opinião deste autor

Não é política. É guerra

30.09.2020

Qualquer que seja o vencedor das presidenciais, há um elemento desde já garantido, o extremismo irá continuar a ganhar espaço no Estados Unidos.

A diplomacia do nada

28.09.2020

George Glass resolveu encostar o Governo português à parede e comportou-se de uma forma ciumenta, resolvendo tornar público o achaque de Washington relativamente à proximidade entre Pequim e Lisboa.

Marcelo e o novo ciclo

27.09.2020

Marcelo Rebelo de Sousa já veio dizer que encara como “natural” que o Orçamento do Estado para o próximo ano seja viabilizado à esquerda.

A política amanuense

24.09.2020

Esta burocratização da política é um risco. Sobretudo para os partidos que a viabilizarem. É estranho que não tenham percebido isso.

O plano e a estrada

22.09.2020

O plano de recuperação económica proposto por António Costa Silva oferece as bases para se pensar o desenvolvimento do país de forma sustentada. Ninguém nega a relevância da transição digital, todos somos recetivos a melhorias na ferrovia, em especial à alta velocidade, assim como à importância do mar.

A espada e o contágio

17.09.2020

As Áreas Metropolitanas de Lisboa e Porto são os maiores focos de contágio e esta tendência irá perdurar por força da mobilidade social, utilização de transporte público e concentração de indústria e serviços nestes territórios.

Quem quer uma crise?

16.09.2020

Mesmo sabendo que desde setembro e durante os próximos seis meses, por força das presidenciais, Marcelo Rebelo de Sousa não pode convocar eleições antecipadas, o cenário de uma rutura, materializado no pedido de demissão de António Costa, pode mesmo concretizar-se.

O Portugal das capelas

13.09.2020

É claro que temos sempre a alternativa de atribuir este estado das coisas ao sistema, alegando de seguida que é impossível lutar contra ele e corroborando a visão de Vergílio Ferreira: “Frente a uma situação difícil, o português opta pela espera de um milagre ou pela descompressão de uma anedota. O grave disto é que o milagre não vem e a anedota descomprime de tudo. Ficamos assim à mercê do azar e nem restos de razão para mexer um dedo.”

Os ventos de Espanha

10.09.2020

A CGD, a par do BCP e do Santander, é o banco com mais capacidade para ensaiar movimentos de compra ou fusão em Portugal, sendo que o CaixaBank é também um protagonista a ter em conta neste xadrez.

A ementa presidencial

08.09.2020

O anúncio da candidatura de Ana Gomes produziu um efeito clarificador nas eleições presidenciais do próximo ano.

O poderoso Costa

03.09.2020

É verdade que a evolução da pandemia é uma grande incógnita, mas não é menos que o quadro político vivido este ano será irrepetível. O poder que António Costa foi capaz de exercer será posto à prova em 2021, sendo até previsível que surjam sinais de uma crise política que se poderá aprofundar, a qual terá como pano de fundo o aproximar de um ciclo eleitoral que começará com as autárquicas.

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