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Opinião por Celso Filipe
Informação sobre o colunista
Celso  Filipe
Diretor-adjunto

Nasceu em 1964 e é atualmente diretor-adjunto do Jornal de Negócios. Frequentou o 4.º ano do curso de Comunicação Social da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Começou a atividade como jornalista em 1986 na revista “África Hoje”, tendo depois transitado para a “África Confidencial”, uma publicação de circulação reservada a assinantes. Como jornalista passou depois pelos semanários “Tempo”, “Semanário” e “Expresso”. Entre 1995 e 2005 esteve no “Diário Económico” onde desempenhou as funções de editor e chefe de redação. Entre 1998 e 1999 colaborou na Rádio Renascença com um comentário semanal sobre assuntos económicos. Em 2006 entrou no Jornal de Negócios como editor da secção de empresas.

Artigos de opinião deste autor

O realismo pessimista

14.01.2021

Estamos num labirinto e com dificuldades em encontrar a saída. A previsibilidade sobre a evolução da pandemia é reduzida e todas as variáveis dependem desta dificuldade. Todavia, existe uma certeza mais do que relativa. A vacina colocou-nos numa trajetória de controlo sanitário da covid-19, mas as maleitas da economia irão prolongar-se no tempo.

Apanhados na rede

11.01.2021

O que aconteceu com Donald Trump revela que as tecnológicas começaram a olhar para a questão, não só devido a uma maior pressão social, mas sobretudo porque isso se transformou num problema de natureza comercial, e, como tal, mau para o negócio.

Miserável e magnífica

07.01.2021

Trump, incapaz de aceitar a derrota nas presidenciais, promoveu a insurreição e é o responsável moral pela invasão ao Capitólio levada a cabo pelos seus apoiantes. As imagens são chocantes e exibem, com esplendor, uma América dividida e também manipulada pela oratória belicista de um líder que geriu o país como uma das suas empresas.

O elixir de Costa

03.01.2021

O Governo de António Costa pode sair reforçado desta crise sanitária e económica e obter a aprovação dos portugueses.

A China e o seu vilão

28.12.2020

O próprio aparelho político que fez de Ma uma “pop star” do capitalismo de Estado, apresentando-o como a prova de que um regime de partido único não é incompatível com o sucesso individual, é agora quem o tira do pedestal, transformando-o na figura que os chineses passaram a gostar de odiar, chamando-lhe “capitalista maligno” e “vilão”.

As aliadas de Ventura

21.12.2020

O crescimento do Chega e a queda nas intenções de voto das duas candidatas presidenciais são coincidentes com a circunstância de tanto Ana Gomes como Marisa Matias terem optado por estratégias de ataque visceral a André Ventura.

Rio, a memória e a falta dela

20.12.2020

A política, não raras vezes, navega ao sabor do vento do mediatismo. Não há mal algum nisso. Faz parte de uma certa natureza da política. O problema nasce quando se transforma no seu elemento constitutivo. Veja-se o caso de Rui Rio e do Novo Banco.

Vamos falar de Moçambique

17.12.2020

Os dissidentes da Renamo e os extremistas islâmicos poderão até ser estancados por via das armas, mas enquanto o governo não apostar decididamente em construir um país mais solidário e onde exista esperança no futuro repartida por todas as províncias, a instabilidade terá sempre um terreno fértil para crescer.

O que fazer com a TAP

15.12.2020

Sozinha, a companhia terá muitas dificuldades em garantir a sua rentabilidade, fugindo de uma crónica história de prejuízos. Significa isto que em paralelo ao processo de reestruturação, a gestão da empresa e o Estado deveriam desde já identificar potenciais parceiros e procurar uma aliança que permita salvaguardar o futuro da TAP.

O futuro condicionado

10.12.2020

Neste momento, o Ocidente anseia pela recuperação económica e ela irá mesmo acontecer, de forma mais lenta ou acelerada. Mas a par deste movimento irreversível vamos assistir a um aumento da dívida pública e ao encerramento de muitas empresas, incapazes de suportar as suas dívidas ou se adaptarem à nova realidade dos mercados onde atuam. A certeza do Brexit e a incerteza dos EUA fazem com que se olhe para 2021 com condicionalidade.

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