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Opinião por Celso Filipe
Informação sobre o colunista
Celso  Filipe
Diretor-adjunto

Nasceu em 1964 e é atualmente diretor-adjunto do Jornal de Negócios. Frequentou o 4.º ano do curso de Comunicação Social da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Começou a atividade como jornalista em 1986 na revista “África Hoje”, tendo depois transitado para a “África Confidencial”, uma publicação de circulação reservada a assinantes. Como jornalista passou depois pelos semanários “Tempo”, “Semanário” e “Expresso”. Entre 1995 e 2005 esteve no “Diário Económico” onde desempenhou as funções de editor e chefe de redação. Entre 1998 e 1999 colaborou na Rádio Renascença com um comentário semanal sobre assuntos económicos. Em 2006 entrou no Jornal de Negócios como editor da secção de empresas.

Artigos de opinião deste autor

Habituem-se

01.08.2021

Os partidos têm de se habituar a responder às exigências dos eleitores. E se estes, por uma razão ou outra, não dão maiorias absolutas, isso significa que estão a pedir às forças políticas que encontrem, entre si, soluções de governação.

Marcelo no comando

29.07.2021

Marcelo Rebelo de Sousa mais não faz do que revalidar a tese de que os Presidentes da República, já não assombrados pelo fantasma da reeleição, são mais intervenientes no segundo mandato.

A nuvem por Juno

27.07.2021

É compreensível que os autarcas e demais grupos de impressão legítimos defendam os interesses da região onde se inserem e pretendam que cada uma delas disponha das infraestruturas e equipamentos que consideram essenciais para o seu desenvolvimento. Aliás, seria estranho que assim não fosse. Coisa bem diferente é tomar a nuvem por Juno e é este o erro de base de Rui Moreira.

O outro lado do teletrabalho

26.07.2021

A emergência do teletrabalho tem o condão de transformar a distância geográfica num não problema, valorizando antes o cumprimento de tarefas. É claro que este conceito é impossível de replicar nas indústrias tradicionais, naquelas em que o chamado chão de fábrica é imprescindível, mas é válido em tudo o resto, caso as empresas optem em definitivo por dar primazia a este modelo de trabalho.

Joe Big Tech

11.07.2021

Esta ordem executiva de Joe Biden sinaliza uma importante mudança que poderá ter repercussões na Europa, onde as big tech canibalizaram vários negócios, entre os quais os dos media.

E agora, Benfica?

08.07.2021

A verdade é que os atuais dirigentes do Benfica são impotentes para lidar com as variáveis que envolvem o caso Luís Filipe Vieira. Todavia podem atenuar os danos. Não só repudiando as alegadas más práticas do seu presidente, mas sobretudo abrindo as portas para uma solução, a qual passa inevitavelmente pela rápida marcação de eleições no clube, às quais poderão inclusive concorrer.

O eixo existe e vai durar

06.07.2021

O facto de Xi Jinping se dirigir diretamente a Macron e Merkel, para contrariar a estratégia de Washington, é a prova de que o eixo franco-alemão efetivamente existe.

O desconforto da China

04.07.2021

O discurso que Xi Jinping fez durante a celebração dos 100 anos do Partido Comunista Chinês (PCC) marca uma inflexão de estratégia. Em vez do tom conciliador que geralmente costuma usar como ferramenta diplomática, Xi Jinping optou por uma via combativa e repleta de recados para o Ocidente.

A retoma intermitente

30.06.2021

A ânsia venceu a prudência e esta é uma circunstância que irá travar a recuperação, e, por esta via, obrigar a um esforço adicional do Estado. Não é possível voltar atrás no desconfinamento, mas vamos enfrentar uma inesperada anemia na economia, sobretudo por via do travão à esperada retoma do setor do turismo.

O pessimismo não funciona

27.06.2021

A propósito da crise sanitária e económica desencadeada pela covid-19, o pessimismo toma conta de muitas análises. Como estas: a de que o fim das moratórias será um cataclismo; a de que o dinheiro da Europa que está para chegar irá ser desbaratado; ou ainda que os fundos comunitários vão potenciar a corrupção.

Travagem e rapidez

24.06.2021

O medo começou a atenuar-se e a maioria dos portugueses, por crença ou omissão, acredita que o pior já passou. Este quadro inibe a eficácia do combate à covid-19. Por maior que seja a travagem, é impossível parar este carro em movimento, sobretudo com a aproximação das férias.

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