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Opinião por Celso Filipe
Informação sobre o colunista
Celso  Filipe
Diretor-adjunto

Nasceu em 1964 e é atualmente diretor-adjunto do Jornal de Negócios. Frequentou o 4.º ano do curso de Comunicação Social da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Começou a atividade como jornalista em 1986 na revista “África Hoje”, tendo depois transitado para a “África Confidencial”, uma publicação de circulação reservada a assinantes. Como jornalista passou depois pelos semanários “Tempo”, “Semanário” e “Expresso”. Entre 1995 e 2005 esteve no “Diário Económico” onde desempenhou as funções de editor e chefe de redação. Entre 1998 e 1999 colaborou na Rádio Renascença com um comentário semanal sobre assuntos económicos. Em 2006 entrou no Jornal de Negócios como editor da secção de empresas.

Artigos de opinião deste autor

Os grandes educadores

28.07.2020

As reações comovidas de elogio à SIC pela decisão tomada dizem tudo sobre a atração que existe, por parte de algumas luminárias, de se assumirem como os grandes educadores dos telespetadores.

O pior plano é não fazer

26.07.2020

O plano de Costa Silva deve ser valorizado porque estabelece as bases para uma reflexão e sinaliza a inevitabilidade da tomada de medidas para a recuperação económica e social do país.

A natureza do poder

23.07.2020

Só os diamantes são eternos. O poder é efémero. Os diamantes reluzem. O brilho do poder ofusca quem o tem e os que olham para ele. Os diamantes foram convencionados como pedras preciosas. O poder é a faculdade de exercer a autoridade mas é também uma perceção. Que muda.

O outro vírus de Moçambique

21.07.2020

Portugal pode e deve ajudar Moçambique naquilo que for solicitado pelo Governo deste país. Até porque, num cenário extremo, é o futuro das relações bilaterais que também estará em causa.

A desunião europeia

20.07.2020

A UE tem servido como instrumento para consolidar a democracia mas os partidos, nos diversos países, pautaram-se sempre por comportamentos bipolares em relação a Bruxelas.

O barato sai caro

19.07.2020

A verdade é que Paulo Macedo cumpriu exemplarmente a sua tarefa, oleando a máquina e conseguindo atingir o maior objetivo que lhe tinha sido colocado, o de aumentar de forma substantiva a receita fiscal. Ou seja, o custo mais do que se justificou.

O golpe final

15.07.2020

A derrocada do BES/GES foi precipitada pela combinação de três fatores: a crise financeira de 2008, uma guerra familiar que foi ganhando lastro e o apoio incondicional de Ricardo Salgado ao primeiro-ministro, José Sócrates, que durou até ao pedido de ajuda externa, comunicado a 6 de abril de 2011.

A política da máscara

14.07.2020

Na União Europeia, a máscara política usada neste tempo de pandemia de covid-19 tem sido a dos números. Para justificar as suas decisões de reabertura parcial ou total das fronteiras, os diversos países respaldam-se em indicadores convenientes e a frieza dos números é uma máscara eficaz mas também esconde o essencial: cada Estado-membro opta por um ou mais pressupostos, ao sabor das conveniências.

Futuro da TAP está na gestão

13.07.2020

O futuro da TAP não depende apenas da injeção de capital de 1,2 mil milhões de euros. A companhia (como qualquer outra) está refém da evolução da pandemia de covid-19 e a prova dos nove será a escolha da equipa de gestão.

A nova vida de Centeno

28.06.2020

O pior está para vir. Mário Centeno quis sair do Governo, sobretudo por cansaço, mas a tarefa que terá pela frente será de uma enorme exigência. A pandemia de covid-19 colocou os bancos numa situação perigosa e constituirá, como avisou o Banco de Portugal no Relatório de Estabilidade Financeira divulgado na semana passada, “um teste de resiliência ao setor financeiro nacional e internacional”.

Os efeitos das causas

25.06.2020

No início desta legislatura já tínhamos assistido ao abandono do Livre por parte da deputada Joacine Katar Moreira e, pelo caminho, André Ventura, líder e deputado único do Chega, também ensaiou uma ameaça de demissão do partido depois das críticas internas por se ter abstido, em abril, na votação da renovação do estado de emergência.

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