Uma EDP diferente

16.07.2020 Nuno Carregueiro

A aposta nas renováveis e na distribuição, bem como a redução da presença em Portugal, é um dos pilares do plano estratégico da EDP e a aquisição da Viesgo dá-lhe tudo isto. No final de 2019 a empresa encaixou 2,2 mil milhões de euros com a venda de barragens em Portugal e poucos meses depois aplica quase o mesmo montante para duplicar a sua presença no mercado espanhol.

O golpe final

15.07.2020 Celso Filipe

A derrocada do BES/GES foi precipitada pela combinação de três fatores: a crise financeira de 2008, uma guerra familiar que foi ganhando lastro e o apoio incondicional de Ricardo Salgado ao primeiro-ministro, José Sócrates, que durou até ao pedido de ajuda externa, comunicado a 6 de abril de 2011.

A política da máscara

14.07.2020 Celso Filipe

Na União Europeia, a máscara política usada neste tempo de pandemia de covid-19 tem sido a dos números. Para justificar as suas decisões de reabertura parcial ou total das fronteiras, os diversos países respaldam-se em indicadores convenientes e a frieza dos números é uma máscara eficaz mas também esconde o essencial: cada Estado-membro opta por um ou mais pressupostos, ao sabor das conveniências.

Futuro da TAP está na gestão

13.07.2020 Celso Filipe

O futuro da TAP não depende apenas da injeção de capital de 1,2 mil milhões de euros. A companhia (como qualquer outra) está refém da evolução da pandemia de covid-19 e a prova dos nove será a escolha da equipa de gestão.

O acelerador covid

09.07.2020 Nuno Carregueiro

Se em março a correção nas bolsas foi quase generalizada, a recuperação posterior já foi bem diferenciada, com as empresas do setor tecnológico na linha da frente dos ganhos. Há já alguns anos que as tecnológicas são as estrelas das bolsas, sobretudo em Wall Street, mas nunca como agora a liderança foi tão grande.

A guerra nos shoppings

08.07.2020 André Veríssimo

Os lojistas precisam dos centros comerciais e os centros comerciais não existem sem lojistas. Juntos formam um ecossistema que, perante uma situação excecional, não foi capaz de encontrar uma solução equilibrada e que tivesse em conta o contexto de incerteza.

Pela autoridade do governador

07.07.2020 André Veríssimo

Agora que é certo que Mário Centeno será o próximo líder do Banco de Portugal, deixou de se falar sobre as novas regras para a nomeação do governador. É pena, porque o caso mostra que elas devem mesmo mudar. A oportunidade está criada, é aproveitá-la.

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