Os perigos das margens

08.01.2023 Diana Ramos

As margens são essenciais à saúde de todas as empresas, a ganância pode contudo arrastar-nos a todos para um cenário de inflação prolongada que ninguém deseja.

Humildade e escrutínio

05.01.2023 Diana Ramos

Nos últimos sete anos de governação, o PS assumiu a lógica de captura do aparelho de Estado com nomeações e escolhas políticas que condicionaram, de uma forma ou de outra, o exercício dos cargos de governação e o papel de regulação e fiscalização das muitas entidades públicas que deviam desempenhar um trabalho independente.

“E pur si muove”

04.01.2023 Celso Filipe

Ao longo de 2023 este Governo será avaliado, em boa parte, pela forma como aplicar os fundos comunitários. E esta é uma área que exige igualmente coordenação e na qual Mariana Vieira da Silva tem revelado lacunas. Esta é uma segunda oportunidade para o Governo causar boa impressão, o que só conseguirá funcionando realmente como uma equipa em que todos executem a tática previamente definida.

Erosão da confiança

03.01.2023 Diana Ramos

O resultado dos dias que vivemos e das escolhas políticas realizadas, já fomos notificados por Marcelo Rebelo de Sousa, “cairá em cima do primeiro-ministro”. O problema é que, se correr mal, cairá também sobre os portugueses que olham para a estabilidade como garantia, engrossando uma crescente fatia da população que começa a desligar da classe política, a chamada erosão da confiança que descreve o estudo da fundação.

Venha daí esse 2023

01.01.2023 Diana Ramos

Dois sinais que podem dar esperança para um arranque de 2023 menos agitado: fechar com rapidez – porque sucesso é difícil antever – o dossiê da Efacec, agora que sabemos haver menos um interessado na corrida e não hesitar na reprivatização da TAP.

Autoridade política

29.12.2022 Diana Ramos

O novo ano trará mais uma remodelação governamental e desta vez é essencial não falhar, até porque é a autoridade política de António Costa que está em xeque.

Ninguém sai bem

28.12.2022 Celso Filipe

O caso de Alexandra Reis não configura qualquer tipo de ilegalidade. Em contrapartida, revela uma confrangedora inabilidade política e uma deficiente articulação do Governo, incapaz de fazer o trabalho de casa mais elementar, o de rastrear os currículos de quem convida. A maioria absoluta tem promovido um inexplicável desleixo que penaliza a imagem deste Governo e provoca a erosão da confiança dos portugueses.

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