Alexandra  Machado
Alexandra Machado 08 de maio de 2019 às 19:15

Apple vai comprar talento

Em cada duas a três semanas, a Apple vai às compras. Nos últimos seis meses adquiriu 20 a 25 empresas. Sem se dar conta.

Tim Cook revelou o número numa entrevista à CNBC, explicando porque a Apple é tão ativa no mercado.

 

E essa explicação tem três palavras: talento e propriedade intelectual.

 

É isto que a companhia procura. E é isto que compra.

 

A maior parte dessas aquisições acabam por não ser divulgadas, até porque a isso a Apple não está obrigada. Com uma capitalização de perto de 1 bilião de dólares (está nos 952 mil milhões), a maior parte das compras não são materiais. Por outras palavras: são aquisições baratas. E, como tal, não é obrigada a divulgá-las.

 

As mais relevantes, claro, são divulgadas. Em dezembro, por exemplo, comprou a Platoon, uma start-up ligada à música, e recentemente anunciou a aquisição da Stamplay, uma pequena companhia de programação e desenvolvimento de software. O Business Insider fez a lista de compras conhecidas da Apple desde novembro: Laserlike, Stamplay, PullString,

DataTiger, Platoon, Silk Labs.

 

Dinheiro não lhe falta. Nos seus cofres estão 225 mil milhões de dólares mas historicamente a empresa fundada por Steve Jobs prefere gastar menos em mais.

 

Jornalista

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