Raquel Godinho
Raquel Godinho 03 de abril de 2019 às 19:25

Mudanças a caminho no reino das tecnológicas

A Apple perdeu, no final de 2018, o estatuto de empresa mais valiosa do mundo. Depois disso, a liderança do "ranking" foi sendo ocupada por outras cotadas, nomeadamente a Microsoft e a Amazon.

Contudo, no arranque desta semana que foi também arranque do mês e do trimestre. Mas esta posição ainda está ameaçada, com a Microsoft logo atrás. A dona do iPhone tinha, esta quarta-feira, uma capitalização bolsista de 914,86 mil milhões de dólares, enquanto a Microsoft conseguia um valor de mercado de 914,45 mil milhões de dólares. E mesmo a Amazon não estava muito longe: 891,03 mil milhões de dólares. Esta cotada, aliás, tem sido alvo de atenção por parte dos bancos de investimento. O Jefferies estima que esta tecnológica venha quase a duplicar a sua cotação até 2021. O analista Brent Thill acredita que a empresa está "subavaliada" e que "muitas das suas oportunidades de crescimento não estão a ser apreciadas". A análise do banco estima que as ações atinjam os 3.000 dólares em dois anos, quase duplicando face aos 1.826 dólares em que negociava esta quarta-feira. Depois de já subir 35% desde os mínimos de dezembro, a expectativa é de que os títulos continuem a valorizar. O que, a confirmar-se, pode levar a mais uma troca no ranking das tecnológicas.

 

Jornalista

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