Um bom orçamento é um orçamento morto

21.11.2019

Na lei do Orçamento do Estado que aí vem, o melhor mesmo é o governo mexer pouco. Na perspectiva das empresas inquiridas pela Deloitte, o mais importante é melhorar o funcionamento dos tribunais e reduzir a burocracia.

Salários mínimos e gastos máximos

10.11.2019

O país pode, portanto, agradecer às confederações patronais por aceitarem agora o salário mínimo como um instrumento de justiça social. No entanto, não deve agradecer ao Governo.

Quem quer ser deputado?

24.10.2019

Quase metade dos deputados que tomam posse são advogados ou professores. A facilidade com que regressam às suas funções de origem após terminarem o respectivo mandato ajuda a explicar esta predominância... e a raridade de outras profissões.

As pensões e os militares

10.10.2019

Há dois mistérios na Caixa Geral de Aposentação: porque não sobe a idade média em que os funcionários se reformam? E como é possível que o valor médio das novas pensões esteja a disparar ano após ano? A resposta parece estar nos militares.

Os novos consensos

03.10.2019

A campanha eleitoral está a terminar e este é um momento propício a balanços. No campeonato das ideias, vemos emergir novos consensos, com a direita e a esquerda a guardarem na arrecadação bandeiras antigas ou a empunharem bandeiras que não eram suas.

Uma pré-campanha auspiciosa

22.09.2019

O país já ganhou com estas eleições legislativas. Ao contrário do que aconteceu no passado, os líderes dos principais partidos têm sabido manter-se focados nas ideias rejeitando a fulanização da política e os golpes baixos aos adversários. Isso facilita as escolhas dos eleitores ao mesmo tempo que as torna mais certeiras.

Um Fisco civilizado

29.08.2019

É preciso substituir a abordagem punitiva do Fisco por uma abordagem preventiva. Nesse sentido, os passos que a Autoridade Tributária começa a dar vão no sentido correto. Se pagamos impostos em nome da civilização, tem de ser possível fiscalizá-los de forma civilizada.

Uma greve antisindical

22.08.2019

Esta greve dos motoristas fez mais mal do que bem ao movimento sindical. Deteriorou a imagem da sua arma de último recurso e abriu espaço para que surgissem propostas de restrição ao direito à greve e à introdução de serviços mínimos. Nada que preocupe Pardal Henriques, que ambiciona voos mais altos.

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