Joaquim Aguiar O lugar geométrico 19:50 Joaquim Aguiar
Pela sua natureza, a União Europeia, nas suas instituições e nas suas condições de funcionamento, é incompatível com o nacional-populismo. Os lugares geométricos (dos partidos, do eleitorado, da legitimidade) para as eleições europeias serão outros.
Robert Skidelsky O resultado final do Brexit 14:00 Robert Skidelsky
O resultado do Brexit pode indicar como a dialéctica entre o supranacionalismo e o nacionalismo se vai desenrolar em muitos outros países do mundo, onde está no centro da política actual.
Ulisses Pereira Touros lutam pela sobrevivência 11:14 Ulisses Pereira 21
A partir de agora, irá jogar-se o futuro da bolsa. Os ursos têm dado sinais de força e quebraram o suporte dos 5.250 pontos.
Ontem
Celso Filipe A brincar ao interior 21.10.2018 Celso Filipe
O comprimento máximo de Portugal é 548 quilómetros. A largura, também máxima, é de 218. Ou seja, cálculos grosseiros, o país pode ser percorrido de carro de uma extremidade a outra em quatro horas e meia, contando com uma média de 120 km/hora.
Camilo Lourenço A herança tóxica de Centeno 21.10.2018 Camilo Lourenço 444
Mário Centeno está de saída. Surpresa? Não.
Marques Mendes Notas da semana de Marques Mendes 21.10.2018 Luís Marques Mendes
As notas da semana de Marques Mendes nos seus comentários na SIC. O comentador fala sobre o Orçamento do Estado para 2019, da remodelação do Governo e da polémica de Tancos, entre outros temas.
Fernando Sobral A reforma das reformas  21.10.2018 Fernando Sobral
Alguém vai pagar tantas reformas antecipadas que, nalguns casos, roçam o ridículo. Ou seja, há uma bomba-relógio pronta a explodir. Na cara dos portugueses sem defesa, porque ou são velhos ou jovens demais.
Eduardo Cintra Torres [775.] Jeep 21.10.2018 Eduardo Cintra Torres
Um comprador de um Jeep que trabalhe 240 dias por ano e tenha 125 dias de férias, feriados e fins-de-semana, lembrar-se-á mais dos dias de lazer do que dos dias de trabalho. É o que está neste anúncio.
António Moita O último apaga a luz  21.10.2018 António Moita 84
A entrada no Governo de João Galamba foi o facto mais surpreendente da recente remodelação governamental. Não se trata, porém, de uma simples troca de protagonistas numa pasta importante e difícil. É uma manobra política de mais largo alcance.
Avelino de Jesus Valorização do interior: o caso do ensino superior  21.10.2018 Avelino de Jesus
Uma solução efetiva seria a reorganização do sistema público visando a especialização das instituições de modo que um certo número de cursos de grande procura e prestígio fossem reservados exclusivamente para as instituições das regiões deprimidas.
Sessão de Abertura O que tem a ver o mercado chinês com o americano? 21.10.2018 Patrícia Abreu
Não é só nas relações comerciais que os EUA e a China estão de costas voltadas. Os dois países apresentam comportamentos divergentes nos mercados accionistas.
Colunistas Bolo de bolacha 21.10.2018 João Silva Lopes
Feito na “sala das bolachas”, este OE é como um bolo de bolacha, em camadas, “colado” com o “creme” das finanças. Para distribuir às fatias.
Economistas As novas tecnologias vão ajudar ou prejudicar os países em desenvolvimento? 21.10.2018 Dani Rodrik
Para que a tecnologia dê um contributo real e sustentado ao desenvolvimento, ela não deve apenas fornecer produtos melhores e mais baratos; também deve levar a empregos mais bem remunerados.
António José Teixeira Fragilidades e redução de danos 19.10.2018 António José Teixeira
A remodelação reforçou o centro político do Governo. De um lado Mário Centeno a controlar o Orçamento, do outro António Costa em campanha. Equilíbrios difíceis, mas mais tracção governamental, enquanto sopram tempestades em várias periferias.
Manuel Falcão O trauliteirismo remodelativo 19.10.2018 Manuel Falcão 27
Tancos ainda não acabou. Depois do Governo, vem a remodelação militar. O chefe do Estado-Maior do Exército mandou uma mensagem às tropas a dizer que se ia embora porque "as circunstâncias políticas assim o exigiam"
Editorial Reformas adiadas 18.10.2018 Manuel Esteves 22
O ministro do Trabalho anunciou, como se de um pormenor se tratasse, que centenas de milhares de pessoas vão ter de trabalhar mais anos para se poderem reformar. O primeiro-ministro não está preocupado e parece achar que a estabilidade só é importante para as empresas, não para as pessoas. Quanto ao Bloco e ao PCP fica a pergunta: foram enganados ou deixaram-se enganar?