Orlando Figueira
Armindo Pires
Paulo Blanco
Manuel Vicente
Tome nota

Os quatro acusados pelo Ministério Público

O despacho de acusação da Operação Fizz aponta para a prática de crimes de corrupção passiva e activa, branqueamento de capitais, violação do segredo de justiça e falsificação de documento. O Ministério Público acusa quatro indivíduos.
Orlando Figueira
Acusado de corrupção passiva
O arguido Orlando Figueira, antigo magistrado do Ministério Público.

Orlando Figueira, que exerceu funções como magistrado do Ministério Público entre Setembro de 1990 e Setembro de 2012, é acusado de três crimes. A acusação sustenta que o procurador terá praticado um crime de corrupção passiva, um crime de branqueamento (em co-autoria com os restantes arguidos), um crime de violação de segredo de justiça e um crime de falsificação de documento (em co-autoria com os restantes arguidos).
Armindo Pires
Despacho acusa-o de três crimes
Armindo Pires representava os interesses de Vicente em Portugal.

De acordo com o despacho de acusação do Ministério Público, Armindo Pires, que tinha a seu cargo a representação em Portugal de Manuel Vicente em todos os assuntos de natureza fiscal, financeira, empresarial e legal, terá praticado um crime de corrupção activa (em co-autoria com os arguidos Paulo Blanco e Manuel Vicente), um crime de branqueamento (em co-autoria com os restantes arguidos) e um crime de falsificação de documento (em co-autoria com os restantes arguidos).
Paulo Blanco
Responde por quatro crimes
Paulo Blanco está acusado da prática de quatro crimes.

O advogado Paulo Blanco é acusado pelo Departamento Central de Investigação e Acção Penal pela prática de quatro crimes. No caso um crime de corrupção activa (em co-autoria com os arguidos Manuel Vicente e Armindo Perpétuo Pires), um crime de branqueamento, (em co-autoria com os restantes arguidos), um crime de violação de segredo de justiça e um crime de falsificação de documento (em co-autoria com os restantes arguidos).
Manuel Vicente
Sob suspeita de corrupção activa
O antigo vice-presidente de Angola está no centro do caso.

O ex-vice-presidente de Angola Manuel Vicente, que à data dos factos investigados pelo Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) era presidente da Sonangol, é acusado pela prática de um crime de corrupção activa (em co-autoria com os arguidos Paulo Blanco e Armindo Pires), um crime de branqueamento (em co-autoria com os restantes arguidos) e um crime de falsificação de documento (em co-autoria com os restantes arguidos).