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A semana em oito gráficos: resultados dão ganhos às bolsas europeias mas praça lisboeta não chega à tona

As bolsas do Velho Continente viveram uma semana generalizadamente positiva, com os resultados robustos de cotadas europeias a compensarem a nova travagem no bloco do euro. No entanto, o PSI-20 ficou no vermelho.

Bolsas europeias sobem na semana

Bolsas europeias sobem na semana
As principais praças do Velho Continente registaram uma semana positiva, depois da queda na semana anterior. A ajudar à melhoria do sentimento dos investidores estiveram os resultados acima do esperado de algumas cotadas de peso.

PSI-20 em contraciclo com o Velho Continente

PSI-20 em contraciclo com o Velho Continente
O índice de referência nacional recuou 0,37% no cômputo da semana, reduzindo para 13,24% a sua valorização desde o início do ano. O PSI-20 esteve assim em contraciclo com a generalidade das restantes bolsas da Europa Ocidental, que fecharam com subidas.

Pharol foi a cotada que mais cedeu na praça lisboeta

Pharol foi a cotada que mais cedeu na praça lisboeta
A Pharol foi a cotada do PSI-20 que mais desvalorizou na semana, com uma perda acumulada de 6,41%. Seguiu-se a Navigator, que só na sexta-feira desceu 5,09% à conta da entrada em ex-dividendo.

Zalando com o melhor desempenho do Stoxx600

Zalando com o melhor desempenho do Stoxx600
A plataforma alemã de comércio online foi o título do índice de referência europeu Stoxx600 que mais subiu no agregado da semana, ao somar 10,34%, depois de ter surpreendido o mercado ao reportar lucros no primeiro trimestre deste ano, contrariando as previsões dos analistas, que apontavam para prejuízos de 10 milhões de euros.

Regeneron Pharmaceuticals penaliza S&P 500

Regeneron Pharmaceuticals penaliza S&P 500
A norte-americana Regeneron Pharmaceuticals afundou 12,31% esta semana, tendo sido o título do Standard & Poor’s 500 que mais terreno cedeu. A empresa da área da saúde esteve a ser penalizada, bem como o restante setor, à conta de um movimento de sell-off que se intensificou numa altura em que crescem os receios em torno da futura política de cuidados de saúde nos Estados Unidos, já que muitas empresas temem que possa prejudicar a sua atividade.

Euro cede com dados económicos desapontantes

Euro cede com dados económicos desapontantes
A moeda única europeia recuou na semana, tendo na quinta- transacionado em mínimos de 10 de abril contra a divisa norte-americana. A penalizar o euro esteve nomeadamente a divulgação do índice compósito de gestores de compras (PMI) para a Zona Euro divulgado pela IHS Markit, que caiu para 51,3 pontos em abril (51,6 em março). Também a contração, em abril, da produção industrial da Alemanha influenciou negativamente a moeda única.

Riscos geopolíticos sustentam petróleo

Riscos geopolíticos sustentam petróleo
As cotações do "ouro negro" marcaram a sétima semana consecutiva de subidas. A sustentar a matéria-prima estiveram os receios de redução da oferta por parte de países como a Venezuela, cuja produção está atualmente em mínimos de 16 anos, e o Irão. Além disso, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo continua a cumprir com o corte de produção acordado com outros aliados de peso, como a Rússia, o que também tem contribuído para impulsionar as cotações.

Juros portugueses e alemães descem

Juros portugueses e alemães descem
Depois de quatro sessões seguidas em que a generalidade das taxas de juro das dívidas dos países da Zona Euro se agravou, na quinta-feira assistiu-se a um efeito de correção. E isso foi suficiente para que as "yields" dos títulos soberanos de Portugal e da Alemanha recuassem no saldo da semana.
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A generalidade das principais bolsas europeias negociou em alta no cômputo desta semana mais curta, uma vez que esta sexta-feira e na próxima segunda-feira não negoceiam devido ao período pascal.

 

A contribuir para o bom desempenho dos mercados acionistas em geral estiveram os resultados robustos de muitas das cotadas que já apresentaram as suas contas do primeiro trimestre. E este fator ajudou a ofuscar os novos dados económicos da Zona Euro, que revelaram uma travagem.

 

Por cá, o PSI-20 não conseguiu fechar a semana com saldo positivo e as cotadas que mais terreno cederam foram a Pharol e a Navigator – esta última a cair ontem mais de 5% à conta do desconto do dividendo.

 

Os juros portugueses e alemães, com a queda de quinta-feira, acabaram por também acusar uma descida no cômputo da semana.

 

Já o euro negociou em baixa, ao passo que o petróleo se manteve em terreno positivo, a marcar a sétima semana consecutiva de ganhos.

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