Trading Bitcoin atinge mínimo de seis meses após alertas da China

Bitcoin atinge mínimo de seis meses após alertas da China

A criptomoeda mais valiosa do mundo tem estado em queda desde o final de outubro e hoje atingiu um mínimo de maio deste ano, numa altura em que o governo chinês tem alertado para as atividades ilegais em torno das criptomoedas.
Gonçalo Almeida
Gonçalo Almeida 22 de novembro de 2019 às 14:35

A bitcoin já desvalorizou um máximo de 9,11% para os 6.905 dólares esta sexta-feira, dia 22 de novembro, o que representa o valor mais baixo desde maio deste ano. A moeda digital tem vindo a perder força desde o final de outubro e já desvalorizou 30,93% desde então.

A criptomoeda, cujo criador continua até hoje sem ser desvendado, alarga assim a sua série de quedas para oito sessões consecutivas. Desta vez, a pressionar a bitcoin estão os comentários do banco central da China, que alertou para os perigos dos "trading" e mineração (geração) ilegais da moeda digital.

O regulador avisou que atacaria um ressurgimento de atividades ilegais em torno de moedas virtuais, alertando os investidores para não confundirem criptografia com a tecnologia "blockchain".

Em 2013 a criptomoeda disparou 1.131% para os 1.137 dólares por unidade. O mesmo se verificou em 2017, ano em que valorizou 2.383% para o seu máximo histórico de 19.511 dólares. 

Também a criptomoeda Ethereum cai 11,83% para os 141 dólares e está agora muito abaixo do seu máximo histórico nos 859 dólares.

 

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