Trading IMF – Eur/Jpy recuou em sete das últimas oito sessões

IMF – Eur/Jpy recuou em sete das últimas oito sessões

Iene valoriza para máximos de três semanas face ao euro; Sondagem do BCE aponta para subida da inflação; Inventários dos EUA em queda impulsionam crude; Ouro recupera após ter atingido mínimos do ano nos $1211.
IMF – Eur/Jpy recuou em sete das últimas oito sessões
Iene valoriza para máximos de três semanas face ao euro

O iene valorizou cerca de 2% face ao euro desde os máximos relativos atingidos em meados de julho nos 132 ienes. O Bank of Japan surpreendeu o mercado ao oferecer-se para comprar títulos de dívida pública a um yield de 0.1%, um ponto base abaixo do habitual, tendo os referidos yields recuado de máximos de um ano. Na próxima semana, o Banco do Japão irá considerar mudanças no seu programa de estímulos de modo a torná-lo mais sustentável permitindo, eventualmente, maiores oscilações nas taxas de juro e ampliando a sua seleção de compra de ações. A entrada de capital estrangeiro no mercado bolsista japonês subiu para um máximo de 14 semanas.

A nível técnico, no gráfico diário, o MACD aponta para uma continuação da valorização do iene, pelo que será possível vermos em breve um teste à barreira dos 128.85 ienes, no nível de retração fibonacci dos 61.8%. Caso a derrube, o próximo suporte a ter em conta fixa-se nos $127.50. O par recuou tem vindo a recuar desde que embateu na média móvel de 200 dias, próximo da resistência dos 132 ienes.


Inventários dos EUA em queda impulsionam crude

O petróleo tem vindo a corrigir, suportado pela queda de 6 milhões de barris nos inventários dos EUA, há duas semanas, e de uma queda de 3.2 milhões, na semana passada, face aos 2.3 milhões esperados pelo mercado. Os inventários caíram para mínimos de três anos. O crude também foi impulsionado pelo aproximar das posições entre os EUA e a União Europeia, acontecimento que levou o mercado a ter um sentimento mais positivo para um futuro próximo.

Tecnicamente, o crude continua a demonstrar que a linha de tendência ascendente de longo-prazo dá suporte ao preço da matéria-prima. Apesar de ter quebrado em baixa a linha de tendência, acabou por recuperar para níveis próximos à mesma. A nível de indicadores, o MACD vê o sinal bearish a desvanecer ligeiramente.


Inventários dos EUA em queda impulsionam crude

O petróleo tem vindo a corrigir, suportado pela queda de 6 milhões de barris nos inventários dos EUA, há duas semanas, e de uma queda de 3.2 milhões, na semana passada, face aos 2.3 milhões esperados pelo mercado. Os inventários caíram para mínimos de três anos. O crude também foi impulsionado pelo aproximar das posições entre os EUA e a União Europeia, acontecimento que levou o mercado a ter um sentimento mais positivo para um futuro próximo.

Tecnicamente, o crude continua a demonstrar que a linha de tendência ascendente de longo-prazo dá suporte ao preço da matéria-prima. Apesar de ter quebrado em baixa a linha de tendência, acabou por recuperar para níveis próximos à mesma. A nível de indicadores, o MACD vê o sinal bearish a desvanecer ligeiramente.


Ouro recupera após ter atingido mínimos do ano nos $1211

A cotação do ouro corrigiu em alta dos mínimos do ano atingidos na terceira semana de julho nos $1211, tendo conseguido evitar aparentemente um sell-off ainda maior, após a quebra da linha de tendência descendente que já perdurava desde abril. Apesar de ter atingido mínimos de uma semana na passada sexta-feira, o metal precioso recuperou ligeiramente. Com o dólar a recuar face às principais divisas mundiais, possivelmente devido aos valores das despesas de consumo abaixo do esperado, o ouro conseguiu capitalizar ganhos.

A nível técnico, o ouro não apresenta uma tendência definida. Contudo, a commodity apresenta níveis muito próximos de oversold, algo que se poderá traduzir numa valorização do par. O metal deverá encontrar alguma resistência na média móvel de 20 dias, assim como no nível de trtração fibonacci dos 100% nos $1235.

As análises técnicas aqui publicadas não pretendem, em caso algum, constituir aconselhamento ou uma recomendação de compra e venda de instrumentos financeiros, pelo que os analistas e o Jornal de Negócios não podem ser responsáveis por eventuais perdas ou danos que possam resultar do uso dessas informações. Caso pretenda ver esclarecida alguma dúvida acerca da Análise Técnica, por favor contactar a IMF ou o Jornal de Negócios.




Conheça mais sobre as soluções de  trading online da DeGiro.