Gestão & Administração Criar processos mais inteligentes

Criar processos mais inteligentes

Como tirar partido do conceito de Intelligent Process Automation para melhorar a produtividade, reduzir custos e assegurar melhores decisões de negócio.
Criar processos mais inteligentes
Negócios 03 de maio de 2017 às 10:09

A automação de processos não é, propriamente, um conceito novo entre as empresas a nível mundial. Falamos de uma técnica de BPM (Business Process Management) ou Gestão de Processos Empresariais, que passa por recorrer à tecnologia e à integração de sistemas e dados para melhorar o controlo e o andamento do fluxo de trabalho, através de uma efectiva monitorização em tempo real e, sempre que isso for possível, da substituição das anteriores actividades manuais por outras claramente automatizadas.

Contas feitas, trata-se de assegurar uma efectiva racionalização, optimização e automação dos processos-chave que impulsionam uma organização com o objectivo principal de cortar custos.

 

Esta realidade só deverá ser garantida através da integração de aplicações, reduzindo o trabalho, acelerando o tempo de execução das actividades e substituindo processos manuais por aplicações de software.

 

Num mundo cada vez mais digital, marcado claramente por fortes conceitos de transformação interna das empresas ao nível tecnológico, a verdade é que as organizações enfrentam uma enorme quantidade de desafios no sentido de conseguirem, "apenas", manter a produtividade. É a globalização a chegar em força.

 

A automação inteligente de processos é algo a que as empresas começam a aderir cada vez mais e, na realidade, ela traz inúmeras mais-valias. Desde logo, a possibilidade de assegurar uma maior optimização da cadeia de produção, já que permite encurtar todo o ciclo; por outro lado, vai permitir uma monitorização acrescida e um controlo dos resultados em tempo real, auxiliando a uma melhor tomada de decisões.

 

Outras mais-valias surgem associadas à possibilidade de rastreabilidade do processo – esteja ele concluído ou em andamento –, à capacidade de definir, configurar e padronizar indicadores de performance do negócio e de obter relatórios consolidados com indicadores (documentados) extremamente úteis para a gestão, a qualquer momento.


Na prática…

A automoção de processos faz-se de exemplos reais, pelo que lhe deixamos aqui uma ideia daquilo que estamos a falar, associada a dois cenários que poderiam muito bem ser reais.

1.Venda em loja.
. Estamos numa loja de roupa e o vendedor recebe um cliente que lhe pede o "casaco preto em tamanho L". 
. O vendedor dirige-se ao armazém e procura o que o cliente deseja e, se este não estiver satisfeito, volta a repetir o mesmo processo até que o cliente compre o casaco ou saia da loja sem nada.

2. Automação de processos
Recorrendo às novas plataformas digitais, a história muda um pouco:
. O cliente chega à loja e é recebido pelo vendedor;
. Este liga o seu tablet e procura, em conjunto com o cliente, as várias possibilidades de casacos ali disponíveis; as fotos são em alta-definição o que  ajuda no momento da escolha;
. Num ecrã em frente ao cliente, os casacos escolhidos aparecem como se estivessem a ser vestidos por este, em tamanho real, para que veja e verifique se estão realmente como ele gosta;
. Uma vez escolhido o casaco, o vendedor digita o seu pedido com alguns cliques e um robô  pode trazer o casaco ao cliente para este dar a sua última opinião.


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