Peugeot Rifter: Alternativa racional

Meio caminho entre um monovolume e um SUV – os franceses chamam-lhe “ludospace” –, o novo Peugeot Rifter é uma excelente alternativa para quem procura muito espaço e versatilidade.

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Adriano Oliveira 18 de agosto de 2018 às 16:00

Características
€n.d.

Peugeot Rifter 5 Lug 1.6 BlueHDI 130 cv EAT8 


Motor: gasóleo, dianteiro transversal, alumínio, 4 cilindros em linha, 16 válvulas, injecção directa, turbo, intercooler, geometria variável, 'start/stop'.
Cilindrada: 1.499 cc.
Potência máxima: 130 cv às 3.750 rpm.
Binário máximo: 300 Nm às 1.750 rpm.
Velocidade máxima: 180 km/h.
Aceleração máxima (0-100 km/h): 10,8 s.
Tracção: dianteira.
Transmissão: automática 8 velocidades.
Consumos homologados (litros aos 100 km):
4,6 (urbano);
4,2 (extra-urbano);
4,3 (misto).
Emissões CO2: 114 g/km.
Lançamento: Novembro.
Preços: não divulgados.
O Rifter é a nova proposta da Peugeot na categoria dos "ludospaces" (comerciais adaptados a veículos de lazer de passageiros), conceito a que os portugueses estão pouco habituados, mas com grande êxito em outros mercados. Sucede ao Peugeot Partner, que vendeu mais de 1.5 milhões de unidades desde o lançamento há 22 anos.
Com o lançamento do Rifter, a versão Partner "ludospace" sai de cena, mas o modelo vai manter-se como comercial.
Apesar de não partilhar a denominação, o Rifter retoma a carroçaria do Partner e as linhas cúbicas, essenciais para facilitar as operações de carga.
Plataforma (EMP2) e silhueta são partilhadas igualmente pelos dois outros "ludospaces" da PSA, o Citroën Berlingo e o Opel Combo, mas o Rifter distingue-se facilmente pela frente específica, que adopta a grelha hexagonal dos veículos mais recentes da marca, com o Leão ao centro, e ópticas com luzes diurnas de LED.
O Rifter distingue-se ainda pelo seu aspecto mais harmonioso e aventureiro, com características funcionais que remetem para o universo SUV: maior altura ao solo, rodas de grandes dimensões, protecções generosas da parte inferior das portas, embaladeiras, arcos de roda e pára-choques, mas também dianteiras e traseiras.
Estes atributos permitem-lhe uma utilização mais abrangente, sobretudo fora de estrada, apesar de não ser um 4x4. Pode, no entanto, ser configurado com Advanced Grip Control, um sistema de antipatinagem parametrizável em função da condução e da aderência ao solo.
Para os que pensam ainda mais em tamanho, o Rifter apresenta uma versão longa (+35 cm), inédita em termos de habitabilidade (5 ou 7 lugares individuais) e de aspectos práticos (28 pontos de arrumação, alguns dos quais ao centro do tejadilho nos modelos equipados com tecto vidrado. O interior é moderno e espaçoso e propõe materiais de qualidade O acesso aos lugares traseiros faz-se através de portas laterais deslizantes. A capacidade de carga surpreende pelos 775 litros (versão curta), extensíveis a 4.000 litros (XL)
Mecanicamente, o Rifter utiliza os 1.2 PureTech de três cilindros a gasolina com 110 e 130 cv e os Diesel 1.5 BlueHDi de 75, 100 e 130 cv. Os mais potentes podem receber caixa automática de 8 relações. Experimentámos a versão com o bloco 1.5 BlueHDi 130 cv e caixa EAT8, que esteve perfeitamente à altura, conseguindo manter-se pelos 7,5 litros /100 km/h, mesmo nos percursos mais sinuosos e difíceis. 
Destaques
O Rifter é fabricado em Mangualde e em Vigo, a par dos novos Opel Combo e Citroën Berlingo, todos do grupo PSA.
Interior simples e funcional

O interior ganha um "i-Cockpit", um pequeno volante, um ecrã táctil a cores de 8 polegadas e um "head-up display". Travão eléctrico e manípulo rotativo de mudanças são duas outras novidades. As ajudas à condução são idênticas às que encontramos, por exemplo, nos recentes SUV 3008 e 5008.
Negócios no Mónaco, a convite da Peugeot

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