Weekend A "fábrica das letras" faz 250 anos
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A "fábrica das letras" faz 250 anos

Desata-se o novelo da história da Imprensa Nacional e dele saltam nomes de artistas, jornalistas, intelectuais. Na casa dos caracteres, formaram-se homens de letras e não raramente aprendizes da tipografia transformavam-se em sábios e resistentes. Norberto de Araújo, escritor e olissipógrafo, trabalhou como compositor tipográfico na instituição. Tal como José Eduardo Coelho, fundador do Diário de Notícias. A costureira-dobradeira Berta Fonseca ficou conhecida na casa das letras por ter oferecido especial resistência num interrogatório da PIDE. A Imprensa Nacional completa dois séculos e meio de história que agora estão a ser reunidos em livro.
A "fábrica das letras" faz 250 anos
Fundição da Imprensa Nacional - Funcionou desde a sua criação até à década de 1980. (Colecção Imprensa Nacional - Casa da Moeda)
Lúcia Crespo 07 de setembro de 2018 às 10:47

Benjamim Godinho tem na memória a imagem do avô a descer as escadas centrais do edifício da Imprensa Nacional na Baixa lisboeta. Havia uma salinha onde os trabalhadores recebiam os familiares. Aquelas escadas e aquele edifício )

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