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DS 5: Direito à diferença

Sessenta anos depois de ver a luz do dia, a sigla DS conquista a independência e ganha o direito à diferença, tornando-se a terceira marca do grupo PSA, até agora constituído pela Peugeot e Citroën.

Adriano Oliveira aoliveira@netcabo.pt 06 de Junho de 2015 às 09:03
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Características

€33.860

DS 5 BlueHDi 120 Chic (versão de entrada de gama)

Motor: gasóleo, 4 cilindros em linha, 8 válvulas, turbo de geometria variável, injecção directa, start/stop
Cilindrada: 1.560cc
Potência: 120cv às 3.500rpm
Binário: 300Nm às 1.750rpm
Velocidade máxima: 191km/h
Aceleração máx.: 11,7s 0-100km/h
Tracção: dianteira
Transmissão: manual 6 velocidades
Consumo urbano: 4,6l/100km
Cons. extra-urbano: 3,6l/100km
Consumo médio: 4,0l/100km
Emissões CO2: 104g/km (Euro VI)


A DS libertou-se da sua ligação à Citroën e ganhou identidade própria como nova marca dentro do grupo PSA. Acontece mais de meio século depois de a sigla ter sido criada, em 1955, e surge numa altura em que a actual estratégia do grupo assenta no lançamento de novas propostas baseadas em quatro pilares: estilo, tecnologia, qualidade e conforto.

Ainda sem modelos totalmente novos, muito embora a divisão "premium" da Citroën esteja já a trabalhar no DS 8 que irá substituir o C6, o construtor francês aproveitou o redesenho do Citroën DS 5 para "separar as águas" e mostrar o caminho que pretende seguir como marca de luxo.

DS5 sem Citroën, portanto, o que muda? Por fora, verdadeiramente, não há muito a salientar, apesar das linhas mais modernas e estilizadas da carroçaria. Na dianteira, sobressaem a grelha verticalizada, com o monograma DS ao centro, e as duas linhas cromadas a prolongarem-se até ao interior dos faróis.

Já no interior, mais requintado, é evidente a qualidade dos materiais e acabamentos e o cuidado que foi dado aos detalhes, com destaque para a ergonomia dos bancos com regulação eléctrica e função de massagem com memória. O conforto estende-se aos ocupantes dos bancos de trás que dispõem de bastante espaço quer para as pernas quer em altura.

No painel de bordo, o destaque vai para o ecrã táctil de 7 polegadas que não só eliminou uma dúzia de botões da consola central, como permite aceder de forma fácil à maioria das funcionalidades do automóvel, tais como o sistema de navegação, o rádio, o telefone, etc. Uma dessas funções é a aplicação "MyDS", uma estreia neste modelo, que tem como finalidade ajudar o condutor em várias situações, como, por exemplo, a de encontrar o local onde deixou o carro estacionado.

Com comercialização em Portugal a partir do próximo dia 22, o novo DS 5 vai articular cinco motorizações (gasolina, diesel e híbrida) com quatro níveis de equipamento, denominados Chic, Be Chic, So Chic e Sport Chic. Ao gasolina 1.6 THP de 165cv juntam-se dois turbodiesel, o 1.6 BlueHDi de 120cv e 2.0 BlueHDi, este último em dois níveis de potência: 150 e 180cv. Esta variante mais potente só está disponível com caixa automática de seis velocidades. A oferta completa-se com a versão Hybrid 4x4, de 200cv.

Porque o DS original foi produzido na fábrica de Paris, a apresentação da nova geração teve também por palco a capital francesa, o que permitiu avaliar o DS 5 no sempre complicado trânsito citadino e depois em auto-estrada e estradas nacionais. E quer a versão 2.0 BlueHDi de 150cv quer a híbrida mostraram estar à altura do que se espera de um automóvel deste segmento, no comportamento e no conforto que oferecem.


Negócios em Paris, a convite da PSA

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