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Não somos doidos, somos judeus

Um dos clandestinos, um médico judeu, inimigo da discrição, passeava-se pelos corredores gritando: ‘Eu não sou doido, eu sou judeu. Os doidos vão ser perseguidos, mas eu sou judeu.’

Manuel S. Fonseca | José Tiny - Ilustração 16 de Fevereiro de 2020 às 10:00
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O cheiro a nazi empestava Paris. Era o desembestado ano de 1943 e da mão do poeta Paul Éluard nascera um poema, "Liberdade, escrevo o teu nome", cuja fragrância tricolor fez dele um alvo. Dizia: "Sobre os campos, sobre os horizontes /sobre as asas das aves / sobre os moinhos de sombras, / escrevo o teu nome." Ele e a sua amada, Nusch, passaram à clandestinidade: "Creio que somos forçados a ir uma temporada para o campo", anunciou com desprendido humor.

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