Economia Costa: Investimento público de 180 milhões vai potenciar crescimento do país  

Costa: Investimento público de 180 milhões vai potenciar crescimento do país  

O primeiro-ministro, António Costa, disse hoje que o investimento público de 180 milhões de euros nas áreas industriais vai potenciar o investimento privado já realizado, com ganhos para o país em termos de crescimento e criação de emprego.  
Costa: Investimento público de 180 milhões vai potenciar crescimento do país  
Miguel Baltazar
Lusa 07 de fevereiro de 2017 às 19:44

"Por isso, a prioridade foi muito clara: servir as zonas de localização empresarial e fazer o investimento público que melhor potencia o investimento privado realizado (..) e que podem ter melhor ganho de eficiência e melhor encurtamento de prazos de distribuição de mercadorias ou de acesso às matérias primas", disse António Costa, no Entroncamento, no distrito de Santarém, onde o Governo apresentou o Programa de Valorização das Áreas Empresariais.

 

A cerimónia de apresentação contou com a presença do primeiro-ministro, António Costa, e do ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques.

 

O programa prevê um investimento de 180 milhões de euros (ME), dos quais 102 milhões em acessibilidades rodoviárias e 78 milhões na criação e expansão de zonas empresariais. São abrangidas as regiões Norte (112 ME), Centro (50 ME) e Alentejo (18 ME) e estão previstos investimentos até 2021.

 

"É isso que estamos aqui hoje a fazer, investimentos que permitem potenciar o investimento que já foi feito pelas empresas, pelas autarquias, nas zonas industriais, e pelo Estado, nas infra-estruturas rodoviárias e ferroviárias, e que temos de potenciar para termos mais crescimento, melhor emprego e maior igualdade", destacou António Costa.

 

Segundo disse o ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, além do investimento das acessibilidades em 12 áreas empresariais, o Governo tem "a expectativa de que mais 50 áreas empresariais venham a ser aprovadas no mapeamento a apoiar por Bruxelas, no mapeamento das três zonas de convergência", as regiões Norte, Centro e Alentejo.

 

As infra-estruturas e equipamentos para a criação e expansão das áreas empresariais visam, segundo o Governo, reforçar a competitividade das regiões de convergência, melhorar as condições de instalação das empresas nas áreas em que existe falta de espaços de implantação empresarial, potenciar a criação de emprego e aumentar as exportações, entre outros.

 

Por outro lado, o investimento nas acessibilidades de 12 áreas empresariais já existentes, realizado maioritariamente com orçamento da Infraestruturas de Portugal, tem como objectivo reduzir o tempo de percurso até à rede estruturante, facilitar o acesso aos portos e à fronteira, fomentar o crescimento económico e a captação de novos investimentos, garantir a manutenção das empresas já instaladas nessas áreas empresariais, potenciar a captação de novos investimentos nessas áreas empresariais e aumentar a segurança da circulação rodoviária.

 

Os critérios para este investimento são o de garantir a manutenção das empresas já instaladas nessas áreas empresariais, potenciar a captação de novos investimentos, redução do tempo de percurso, o custo por quilómetro e a dimensão do tecido empresarial.




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comentários mais recentes
Anónimo 08.02.2017

Claro, em ano de autárquicas vem mesmo a calhar. Os autarcas PS e não só, já esfregam as mãos de contentes. Isto é mais um sintoma do que nos levou à intervenção externa há escassos anos atrás e que os atuais governantes já esqueceram, PR incluído...

joaoaviador 07.02.2017

Desde que veio da Índia o homem tem, claramente, outra graça!

Joao22 07.02.2017

Senhores comentaristas por favor deem uma hipotese ao homem. Pelo menos vai haver estradas novas e....comboio tambem, epaaaaaas

beachboy 07.02.2017

...oh, oh, oh...
...ainda acreditam no pai natal...

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