Economia Portugal não pediu demissão de Dijsselbloem no Eurogrupo
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Portugal não pediu demissão de Dijsselbloem no Eurogrupo

Dijsselbloem assegura que, na última reunião do Eurogrupo, nenhum país – incluindo Portugal – pediu a sua demissão nem sugeriu que se procurasse um sucessor. As Finanças não desmentem a versão do ministro holandês.
Portugal não pediu demissão de Dijsselbloem no Eurogrupo
Reuters
Eva Gaspar 11 de abril de 2017 às 00:01

A polémica em torno do presidente do Eurogrupo voltou ontem a agitar-se, com Jeroen Dijsselbloem a contrariar a ideia de que o governo português tenha querido, de facto, a sua demissão, não obstante as várias ameaç

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mais votado Anónimo 10.04.2017

Da insistência na cultura do excedentarismo de carreira à extorsão e pilhagem instituída é um ápice. Pobre Portugal que nem sabe discernir qual o inimigo.

comentários mais recentes
Anónimo 11.04.2017

Quando o excedentário do sector público recebe mais um salário, um prémio, uma progressão ou uma pensão de reforma, a dívida é sempre colocada em nome do Estado, ou seja dos outros cidadãos todos. Quando o empresário (incluindo o das empresas bancárias) que não tem capacidade de se internacionalizar por si mesmo com sucesso através da inovação e da competitividade, e vive de arranjos com as autarquias ou com a constelação de subsidio-dependência e isenção fiscal que o próprio Estado, a seu pedido, montou para ele, a dívida é sempre colocada em nome do Estado, ou seja dos outros cidadãos todos. Esta é a lógica da dívida, esta é a lógica a que o Estado foi votado. Esta é a fonte de toda a iniquidade, insolvência e insustentabilidade que se vive desde há décadas e que se manifestou no final da primeira década do terceiro milénio.

Manuel 11.04.2017

Que figura estes políticos fazem
junto das estâncias internacionais! Cada vez temos menos credibilidade. E somos ridicularizados.

PORRA.ACORDEM seus carneiros mansos. 11.04.2017

Como seria de prever os Nazis com o Hitler-Schauble à cabeça serraram fileiras.
Os covardes e submissos países do sul(com a França e Espanha à frente) abandonaram Portugal, pois tiveram MEDO que os NAZIS os castiguassem.
Assim sendo Portugal,sem apoios,teve OBRIGATORIAMENTE que recuar

Juca 11.04.2017

Quanto mais miserável for o povo e daí ignorante, maior a possibilidade de a esquerda governar através do chamado processo democrático. É um dado verificável no decurso da história recente (séc. XX e XXI).

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