Economia Sócrates: "Se o Estado não arquiva nem acusa, acuso eu"

Sócrates: "Se o Estado não arquiva nem acusa, acuso eu"

Em conferência de imprensa, onde se recusou a responder a perguntas do Correio da Manhã, o ex-primeiro-ministro explicou o processo ao Estado e defendeu-se do que diz ser o terceiro andamento de uma investigação contra si: o caso PT.
Sócrates: "Se o Estado não arquiva nem acusa, acuso eu"
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Negócios 03 de fevereiro de 2017 às 20:37

Foi uma conferência de imprensa para se defender das últimas notícias que têm vindo a público, que dão conta das investigações do Ministério Público ao envolvimento de José Sócrates nos casos que envolveram a Portugal Telecom, no âmbito dos quais Ricardo Salgado já foi constituído arguido.

Momentos antes da conferência de imprensa, a SIC Notícias já avançava que José Sócrates iria processar o Estado pela demora na investigação. Mas nas declarações transmitidas pelas televisões Sócrates ainda não tinha explicado este processo. 

"Se o Estado não arquiva nem acusa, acuso eu", foi uma das declarações iniciais do ex-primeiro-ministro. "Manter o inquérito aberto ao fim 42 meses é uma violação escandalosa da lei e um abuso inaceitável por parte dos poderes do Estado", afirmou, dizendo que há o "direito de não ser considerado suspeito toda a vida".

Abuso, arbítrio e prepotência. Detenção abusiva. Maldosas imputações sem fundamento. Campanha de difamação e por fim motivação políticas. Tudo palavras de Sócrates na conferência de imprensa desta sexta-feira, 3 de Fevereiro, que já tinha por outras ocasiões referido serem o motivo, em seu entender, das investigações.


Questionado sobre o momento da conferência - no dia em que foi conhecido que Hélder Bataglia, que foi sócio do BES na Escom, foi constituído arguido na Operação Monte Branco - José Sócrates declarou que não havia relação com esse facto, mas cujo momento teve a ver com o que diz ser o terceiro andamento das investigações, depois de, segundo declarou, não ter sido provado qualquer crime nos dois primeiros: o que envolveu o grupo Lena e o do caso Vale do Lobo.

"Todo o processo de baseia num original embuste, numa das mais maldosas e dolorosas inverdades". Voltou a afirmar não ter contas escondidas e que o dinheiro é de Carlos Santos Silva de quem contraiu empréstimos (250 mil euros), mas que estão quase todos saldados. "Falta uma pequena parte", que conta pagar em breve e para isso deverá marcar uma reunião com ele. Os dois arguidos no caso Operação Marquês já não estão impedidos de falarem. Tem para com Santos Silva uma relação "fraternal".

Voltou a atribuir a investigação a uma perseguição pessoal com motivação política.

Em relação à PT, Sócrates garante que as suspeitas são "totalmente falsas e absurdas". Sócrates garante que não se envolveu na OPA sobre a PT, e que o único caso em que se envolveu com relação à PT foi no chumbo da venda da Vivo à Telefónica, contrária, na altura, aos interesses dos privados, como o BES.

Na conferência de imprensa Sócrates recusou-se a responder a perguntas do Correio da Manhã por não confiar "na vossa independência".




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SR. juiz Carlos Alexandre, não consegue provas con Há 2 semanas

..Então consulte este forum. Há aqui dezenas de sábios que têm montes de provas irrefutáveis e evidentes, suficientes para o mandar para a guilhotina e para a forca ao mesmo tempo. Vá lá, despache-se, senão o monstro ainda nos come a todos.

Não te ficarás a rir na nossa cara, pulha Há 2 semanas

Este é um indivíduo maquiavélico, que sabe mascarar, de tal forma, os seus roubos e o seu carácter corrupto, que tem tornado extremamente difícil à Justiça provar os seus crimes, mas há provas claras contra ele.
É só o tempo de lá chegar.
Porém, o biltre serve-se do tempo para se fazer de vítima.

Este Escroque... Há 2 semanas

Está atolado até ao pescoço, em vigarices, e anda a tentar atirar areia para os olhos dos portugueses. Vai insultar a inteligência para outro lado. És um zero só mereces desprezo...

É só prosápia de quem tem consciência como chumbo Há 2 semanas

O animal sentiu-se encurralado, a tal ponto, q não teve outro remédio senão optar por uma fuga para a frente, pq atrás dele tem a Justiça e não tem como fugir.
Na fuga para a frente, não tem outra saída, a não ser armar-se em fanfarrão, mas no cú não lhe cabe um feijão, como se diz na minha terra.

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