Conjuntura Zona Euro cresce ao ritmo mais rápido desde 2011

Zona Euro cresce ao ritmo mais rápido desde 2011

O crescimento económico na Zona Euro acelerou no segundo trimestre do ano, registando o ritmo mais célere em mais de seis anos.
Zona Euro cresce ao ritmo mais rápido desde 2011
Sara Antunes 01 de agosto de 2017 às 10:07
O produto interno bruto (PIB) da Zona Euro cresceu 2,1% no segundo trimestre do ano quando comparado com o mesmo período do ano passado, revelam os dados divulgados esta terça-feira, 1 de Agosto, pelo Eurostat.

Os dados ficaram em linha com as estimativas dos economistas consultados pela Bloomberg que antecipavam já que o PIB crescesse 2,1% em termos homólogos.

Este é o ritmo de crescimento mais rápido desde o primeiro trimestre de 2011.

Em cadeia, o crescimento foi de 0,6%, também em linha com o esperado.

 

Já na União Europeia a 28 o PIB aumentou 2,2% em termos homólogos e 0,6% quando comparado com o trimestre anterior.

 

A economia da UE cresceu assim ao ritmo mais rápido desde o segundo trimestre de 2015, segundo os mesmos dados.  

Os dados hoje divulgados não têm informação por país, tratando-se da primeira estimativa. Os valores mais detalhados deverão ser conhecidos no dia 16 de Agosto.

No caso de Portugal, só são conhecidos os dados do primeiro trimestre, tendo o PIB crescido 2,8% em termos homólogos, o que superou as estimativas dos analistas. Esta evolução levou mesmo a que vários economistas e instituições revissem em alta as suas estimativas para o acumulado do ano.

Os dados do segundo trimestre do ano serão conhecidos no dia 14 de Agosto, dia em que o Instituto Nacional de Estatística (INE) vai revelar os dados do trimestre terminado em Junho. 


(Notícia actualizada às 10:18 com mais informação)



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mais votado Anónimo Há 3 semanas

É generalizado. A conjuntura mundial é boa. Só Estados falhados em guerra, como a Síria e a Venezuela, é que este ano e no próximo não crescem. A questão está na qualidade e adequabilidade do mix de factores produtivos alocados que varia muito de governo para governo, de país para país, deixando nuns casos a respectiva economia com fortes vectores de equidade e sustentabilidade futura e noutros com fortes vectores de iniquidade e insustentabilidade futura. Portugal, com este governo, situa-se claramente no segundo grupo.

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Anónimo Há 3 semanas

Um aumento da dívida dos excedentários, corruptos e demais criminosos despesistas de quase 10 mil milhões de euros face a Maio do ano passado, mas os Kamov estão em terra, os aviões de combate a incêndios no estrangeiro, e o muro de betão armado mais o sistema de identificação, alarme e video-vigilância em parte incerta, tal como as armas de guerra roubadas ao Exército Português. As próprias ambulâncias do INEM durante o período da noite também não se veem em boa parte do país. Força Costa! Força Centeno! É a dupla maravilha deste nosso Poortugal.

Anónimo Há 3 semanas

Se a República comprar pás e picaretas e o governo mandar metade dos portugueses esburacar as estradas todas e outra metade ir lá tapá-las a 150 euros à hora, o PIB ainda cresce mais este ano. Força dupla Costa-Centeno! Não compensa é os estragos já feitos em Tancos e Pedrógão. Não ia lá com pás, picaretas e uma avalanche de contratos de trabalho sem qualquer estratégia, justificação ou sentido. Mas o PIB cresce.

Anónimo Há 3 semanas

Entre 2011 e 2015, a função pública perdeu 69 064 pessoas, uma redução de 9%. Não houve despedimentos. Não se fez propriamente gestão de recursos humanos porque a lei e os tribunais não deixaram. Ofereceram-se reformas antecipadas, saídas voluntárias com indemnização segundo a lei em vigor, licenças sem vencimento, mas não se pôde despedir excedentários onde eles existiam. Foi um processo caro e ineficiente porque gestão de recursos humanos implica que quem fica e quem é convidado a sair seja escolhido com base em critérios rigorosos e bem definidos que vão ao encontro das necessidades e expectativas do empregador de acordo com a sua missão, visão e real propósito que não é seguramente empregar colaboradores. Foi o máximo que se conseguiu numa jurisdição, cultura e sociedade como a portuguesa. Contudo, de lá para cá esse número tem vindo a reduzir-se. A este ritmo, no final das legislaturas socialistas o saldo será positivo. Portugal terá mais funcionários públicos do que em 2011.

Anónimo Há 3 semanas

Não se admirem com a insólita glorificação do anémico crescimento económico português. Em Portugal o mirabolante mote diz que não existem forças de mercado, em especial do sector público para dentro, e por isso não se pode reestruturar uma organização portuguesa com recurso a despedimentos ou desalocação de oneroso factor produtivo trabalho que seja desnecessário e injustificável à luz dos mais básicos e elementares princípios da boa gestão lean, da racionalidade económica, do avanço tecnológico e das condições de oferta e procura reais existentes em dado momento ou período de tempo.

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