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Teodora Cardoso: "Não me admira que sejam precisas mais medidas"

FMI e Comissão Europeia estão no extremo oposto do Governo e pecam por excesso de pessimismo, diz a economista e presidente do Conselho de Finanças Públicas, que contudo admite que o défice de 2015 só seja alcançável com mais medidas de austeridade.

Bruno Simão/Negócios
06 de Novembro de 2014 às 06:30
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A presidente do Conselho de Finanças Públicas explica ao Negócios as principais conclusões da sua análise ao Orçamento do Estado, que hoje apresentará no Parlamento. Vê muitos riscos no orçamento, e "são todos negativos", pelo que não se admira que seja necessário afinar a proposta ao longo de 2015. Mas também não dramatiza, nem alinha pelas previsões pessimistas da troika que agora, já sem responsabilidades directas sobre o que passa por cá, não perdoa na quantificação dos riscos.

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