Banca & Finanças Caixa está a vender participação no Taguspark

Caixa está a vender participação no Taguspark

A CGD colocou um anúncio para vender a posição de 10% na sociedade promotora do Taguspark. O objectivo do banco é desfazer-se da participação até ao final do ano. O Ministério das Finanças tem de aprovar a transacção.
Diogo Cavaleiro 17 de julho de 2017 às 12:22



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mais votado Anónimo Há 6 dias

Numa das suas rondas de despedimento de colaboradores excedentários, o Deutsche Bank em reestruturação decidiu fechar 200 agências só na Alemanha e despedir também naquele país 4000 excedentários. A nível internacional os números do encerramento de agências e do despedimento de colaboradores excedentários foram ainda mais elevados, obviamente - 35 mil postos de trabalho cortados em 2 anos, entre 2015 e 2017. ("The bank will close 200 branches in Germany -- with the loss of 4,000 jobs" http://money.cnn.com/2015/10/29/investing/deutsche-bank-job-losses/).

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Anónimo Há 6 dias

Banqueiros de retalho e geringonceiros anarco-sindicalistas do compadrio resgate-dependente, não tenho rendimentos ou património para sustentar as vossas vidas vividas acima das vossas possibilidades. Desinchem s'il vous plaît. "We will gradually enter a time where having a lifetime employment based on tasks that are not justified will be less and less sustainable - we're actually already there." - Emmanuel Macron www.msn.com/en-gb/video/other/french-civil-servants-no-more-jobs-for-life/vi-AAeGlDD

Beruno Há 6 dias

porque é que nao o vendem ao fundimo ?? fica tudo "dentro de casa"

Anónimo Há 6 dias

Quiseram pôr o Estado a salvar os bancos de retalho para salvar bancários, seus sindicatos, pensões e mais alguns interesses muito duvidosos. E tudo isto para quê? Para que esses bancos de retalho concedessem crédito para a internacionalização das empresas portuguesas não foi certamente porque isso nunca mais aconteceu nem pelos vistos acontecerá. Estes bancos resgatados em vez de se reestruturarem e transformarem em bancos de investimento, organizações fintech, firmas de gestão de investimentos, sociedades de capital de risco e private equity, foram e continuam a ir pelo caminho mais fácil e mais insustentável do crédito ao consumo e à habitação concedidos à legião de excedentários de carreira sindicalizados no país da UE onde o capital está já quase todo aplicado e transformado em prédios e pouco ou nada em máquinas que criem valor sob a forma de bens e serviços transaccionáveis à escala global de elevado valor acrescentado.

Anónimo Há 6 dias

Portugal, jurisdição e economia tomada pelas forças anti-mercado que são responsáveis por todos os seus graves problemas económico-sociais, teve e tem lóbis muito nefastos que tudo fizeram para passar ao lado da realidade. Deu para esconder a podridão enquanto deu... Daqui para a frente cada vez haverá menos margem para tal. "600,000 jobs cut in the banking industry since 2008 financial crisis" www.ecofinagency.com/finance/1201-33230-600-000-jobs-cut-in-the-banking-industry-since-2008-financial-crisis

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