Empresas SAG reduz perdas em 84% nos primeiros nove meses do ano

SAG reduz perdas em 84% nos primeiros nove meses do ano

A empresa liderada por João Pereira Coutinho reportou prejuízos de 859 mil euros entre Janeiro e Setembro, um desagravamento de 84,2% face aos 5,4 milhões de perdas no período homólogo do ano passado.
SAG reduz perdas em 84% nos primeiros nove meses do ano
Carla Pedro 31 de Outubro de 2016 às 19:13

A SAG GEST – Soluções Automóvel Globais registou um resultado líquido negativo de 859 mil euros no total dos três primeiros trimestres de 2016, de acordo com a informação revelada pela empresa à Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

 

Este valor contrasta com a perda de 5,4 milhões um ano antes – período em que os resultados positivos da brasileira Unidas, onde a SAG Gest detinha uma participação que entretanto vendeu, ainda contribuíram com 2,7 milhões de euros.

 

Já o volume de negócios consolidado ascendeu a 460,8 milhões de euros, representando uma redução de 0,8% em relação aos 464,7 milhões registados no mesmo período do ano anterior.

 

Apesar desta redução, "o valor da margem efectiva consolidada registou um aumento de 1,3% em relação ao valor registado no período de nove meses findo em 30 de Setembro de 2015, correspondendo a 10,5% do volume de negócios consolidado (10,3% no mesmo período em 2015)", destaca o documento de apresentação de contas.

 

O EBITDA (lucros antes de juros, impostos, depreciações, amortizações e outros itens) cresceu 2,6%, para 14,8 milhões de euros, devido a um melhor "mix" de canal, designadamente um menor peso relativo do segmento "rent-a-car", refere a empresa liderada por João Pereira Coutinho (na foto).

 

"Embora com um ritmo decrescente, o mercado automóvel português manteve nos três primeiros trimestres de 2016 a trajectória de crescimento dos anos anteriores, com um aumento de 15,0% em relação ao mesmo período de 2015, e um volume (pedidos de matrículas) total de 183.529 unidades", salienta a empresa.

 

Este comportamento do mercado foi, tal como já era notório no primeiro semestre do ano, impulsionado pelo forte crescimento do segmento do "rent-a-car" e pela antecipação das compras face ao anúncio do aumento da fiscalidade automóvel, a partir de Abril, refere o grupo dono da SIVA, representante em Portugal das marcas Volkswagen, Audi e Skoda.




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