Mercados Aposta em fundos de índice está a secar liquidez na bolsa
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Aposta em fundos de índice está a secar liquidez na bolsa

O montante negociado na praça lisboeta mantém-se em níveis bastante baixos, reduzindo a atractividade do mercado português junto de grandes investidores. Analistas justificam menor liquidez com a popularidade de fundos de índice.
Aposta em fundos de índice está a secar liquidez na bolsa
Bruno Simão/Negócios
Patrícia Abreu 06 de setembro de 2017 às 07:00

É cada vez menor o valor negociado na bolsa portuguesa. Os meses do Verão são tradicionalmente marcados pela liquidez reduzida no mercado. Mas esta diminuição do montante transaccionado no PSI-20 não é

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mais votado Se não consegues vencê-los, junta-te a eles 06.09.2017

Se a redução de liquidez está a prejudicar o investimento bolsista em Portugal, a resposta inteligente a dar pelas grandes gestoras de ativos é a aplicação estratégica da sabedoria popular: “se não consegues vencê-los, junta-te a eles”, no caso, tomando a iniciativa de criar ETFs específicos. Sabe-se que haverá quem desenvolva prodígios de imaginação para “fugir com o rabo à seringa” e manter o status quo.Mas os ETFs são o futuro e quem, ao nível das gestoras de ativos, pretender continuar num rame-rame vegetativo, estará irremediavelmente condenado a ver-se ultrapassado pelos concorrentes, porventura mais ágeis a adaptarem-se às novas realidades dos ETFs, do MIFID II e da legislação a ser cozinhada na AR.Se não querem ser relegadas para “apagada e vil tristeza”, que as gestoras de ativos portuguesas criem elas próprias ETFs, e que compensem a menor comissões destes tomando-os como instrumentos de suporte passivo para uma gestão não passiva e vantajosa para elas e para os clientes.

comentários mais recentes
Anónimo 06.09.2017

Sao movimentos normais de antecipaçao de catástrofes. Passou-se o mesmo em 2010.

Se não consegues vencê-los, junta-te a eles 06.09.2017

Se a redução de liquidez está a prejudicar o investimento bolsista em Portugal, a resposta inteligente a dar pelas grandes gestoras de ativos é a aplicação estratégica da sabedoria popular: “se não consegues vencê-los, junta-te a eles”, no caso, tomando a iniciativa de criar ETFs específicos. Sabe-se que haverá quem desenvolva prodígios de imaginação para “fugir com o rabo à seringa” e manter o status quo.Mas os ETFs são o futuro e quem, ao nível das gestoras de ativos, pretender continuar num rame-rame vegetativo, estará irremediavelmente condenado a ver-se ultrapassado pelos concorrentes, porventura mais ágeis a adaptarem-se às novas realidades dos ETFs, do MIFID II e da legislação a ser cozinhada na AR.Se não querem ser relegadas para “apagada e vil tristeza”, que as gestoras de ativos portuguesas criem elas próprias ETFs, e que compensem a menor comissões destes tomando-os como instrumentos de suporte passivo para uma gestão não passiva e vantajosa para elas e para os clientes.

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