Mercados Novo ano traz protecção reforçada para investidores
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Novo ano traz protecção reforçada para investidores

A transposição para a legislação portuguesa está atrasada, pelo que a entrada em vigor das novas regras será gradual. A directiva DMIF II traz alterações importantes. O objectivo é evitar erros do passado, mas com uma conta alta para os bancos.
Novo ano traz protecção reforçada para investidores
Miguel Baltazar
Patrícia Abreu 26 de dezembro de 2017 às 23:18

O início do ano será marcado pela entrada em vigor de um vasto conjunto de nova regulação para reforçar a protecção dos investidores. Mas as novas regras não chegam ao mesmo tempo. Vários

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mais votado Fugir com o rabo à seringa Há 3 semanas

É lógico que em matéria que se traduz em maiores benefícios para os investidores e maiores exigências para os intermediários que os servem - surjam resistências passivas, atrasos etc., numa típica “fuga com o rabo à seringa” e segundo a estratégia nacional de que:
“enquanto o pau vai e vem, descansam as costas”.
O que é menos lógico é que:
Organização oficial sustentada em grande parte pelos investidores (e na outra pequena parte, pelas multas cobradas aos intermediários, que nele até estão, de facto, representados), dê o exemplo aos Mercados de se atrasar na efectivação do trabalho que competia aos seus mais de 200 funcionários.
Portugal carece de um Mercado de Capitais sem oligopólios, com os interesses dos mais fracos – os investidores- devidamente defendidos;
e que forneça estímulos aos Portugueses para pouparem mais do que estão a poupar, em ordem a salvaguardarem o seu futuro.
Ora, para concretizar tal desiderato, atrasos como o evocado, reconhecidamente não ajudam.

comentários mais recentes
Anónimo Há 3 semanas

Que susto...não há ninguém, mas em bonito, para o tema? Assustadora...

Invicta Há 3 semanas

Cantigas e mais cantigas para encher os bolsos a alguns. Quando a bota aperta e aperta, sempre por culpa dos gestores, quem se lixa são os que investem. E justiça, ... nem vê-la. Aqui, os bandidos safam-se sempre.

Tudo como dantes, no Quartel em Abrantes ! Há 3 semanas

Em conclusão:
Pelo que se sabe dos atrasos nos preparativos em curso;
Pelo que se conhece do clima de resistência passiva à mudança, de muitos e poderosos interesses instalados, fica-nos a convicção que readquire razão de ser a crítica à passividade evocada pelo sábio Povo Português, aquando das invasões franceses, ao tempo dos nossos trisavós.
Corre-se de facto o risco de, na prática e até às "calendas gregas", ficar:
"Tudo como dantes, no Quartel em Abrantes" !
Alguns se congratularão com o facto -os parasitas dos Mercados de Capitais -mas seguramente não aqueles que são mais importantes para o País -os Aforradores/Investidores.


RE: “Prospectos com mais de 300 páginas” Há 3 semanas

“Já vi prospectos de produtos de investimento com 300 páginas e muito mais. Acham que o empregado bancário vai explicar tudo ao cliente?”
Amigo,
Se és empregado bancário, tens mesmo de explicar porque, se as coisas dão para o torto (como deram no caso do BES e Banif ) lembra-te que:
“Quando o mar bate na rocha, quem se … ou quem se lixa, é o mexilhão”
A CMVM está sempre protegida pela seguinte declaração que apõe, por exemplo à sua aprovação do prospecto de um Fundo de Investimento:
“A autorização do Fundo pela CMVM baseia-se em critérios de legalidade, não envolvendo por
parte desta qualquer garantia quanto à suficiência, veracidade, objetividade ou atualidade da
informação prestada pela entidade responsável pela gestão no regulamento de gestão, nem
qualquer juízo sobre a qualidade dos valores que integram o património do Fundo.”
Assim fica sempre defendida de responsabilidades, e salvaguardada a “honra do convento”.

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