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Portugueses poupam mais em produtos que não rendem

As poupanças das famílias portuguesas aumentaram no último ano, face a 2016. Ainda assim, os produtos mais conservadores continuam a recolher a preferência dos investidores.
Patrícia Abreu 31 de janeiro de 2018 às 07:00

Os portugueses pouparam mais em 2017. A maioria dos produtos de poupança captou investimento no último ano, mas o grosso da aposta continua a recair em produtos que não rendem. Os depósitos captam cerca de metade das poupanç)

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mais votado Apoiar Portugueses a escolher para si o melhor 31.01.2018

A preponderância de um tipo de investimento pode ser vista como uma votação implícita (vulgo, votação com os pés) no universo de produtos de investimento disponíveis.
Se os Depósitos são os preferidos, malgrado rendibilidades reais negativas, é que razões objetivas haverá,
e tal só pode ser analisado à luz de tentativa de resposta a uma pergunta:
O que constituiria para diferentes tipos de investidores
(caracterizados por diferentes níveis de tolerância ao risco)
um produto de investimento ideal,
segundo o critério de avaliação mais generalizado:
relação rendibilidade /risco?
É possível responder calculando, para diferentes níveis de tolerância ao risco, as carteiras que seriam ótimas para cada tipo de investidor.
Tal, não estará a ser feito a nível do universo total de produtos de investimento disponíveis em Portugal, e haveria interesse em o fazer (CMVM ? Deco?) em ordem a apoiar a decisão de quem poupa no sentido de extrair o máximo benefício expectável do seu investimento.

comentários mais recentes
Anónimo 27.02.2018

Os portugueses devem estar preparados e diferenciados nas suas atividades/competências para fazerem bem á primeira e seguintes com qualidade e diferenciação ,para serviços e economia subirem nos conceitos internacionais, poupar e gastar mal é perder .Banca ,Bolsa são desinteressantes.

Rendem pouco mas, são mais seguros. Artigo 31.01.2018

tendencioso por omitir os descalabros recentes de "produtos tóxicos" vendidos como seguros. Aliás começou a galopada para novas dores de cabeça inerentes aos desenfreados gastos evitáveis. Os bancos e alguns pseudo jornalistas encarregam-se de semear a semente do fácil e barato. O pior espreita

Ao “MAIS VOTADO Anónimo” 31.01.2018

Caro Amigo,
Leio sempre com interesse os teus Comentários
que sempre refletem pontos de vista
representativos de muitos setores do nosso país,
e que portanto justificam,
concorde-se ou não com eles, parcial ou totalmente
ponderada tomada em conta e reflexão.
Agora, gostaria era de tentar perceber
qual o vínculo lógico entre a temática dos teus Comentários
e a temática do artigo a que respeitam.
Os teus Votantes poderiam ajudar
vindo também com Comentários à estacada,
fazendo luz sobre o tal vínculo
e tornando mais interessante este espaço de diálogo.

Apoiar Portugueses a escolher para si o melhor (2 31.01.2018


A ideia tem utilidade a 2 níveis:
A nível individual de quem poupa, e que há todo o interesse nacional em apoiar a poupar,
com estimulo para o fazer através da informação gratuita de qual a carteira
que expectavelmente lhe pode proporcionar o maior património a longo prazo;
A nível do País, porque evita o custo social enorme dos cidadãos estarem a esforçarem-se e a sacrificarem-se para poupar, para depois irem fazer investimentos que estão longe do ideal em termos de fazer crescer e proteger o seu património.
No fundo trata-se de tornar gratuito e pôr ao dispor de toda a população,
a metodologia usada para a gestão das grandes fortunas
adotando uma personalização aproximada através do enquadramento
num número limitado de tipologias de sensibilidade ao risco.
A sugestão é útil para quem poupa e é útil para o País,
mas pode levantar resistências de quem tem a faca e queijo na mão:
bancos que, amiúde mais do que é ótimo para os seus clientes,
buscam o ótimo para eles próprios.

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