Mundo Casa Branca anuncia as 6 prioridades da administração Trump

Casa Branca anuncia as 6 prioridades da administração Trump

Mais emprego e crescimento, investimento em mísseis para o sistema de defesa, renegociação de acordos comerciais, redução da dependência do petróleo internacional são algumas das linhas globais deixadas pelo gabinete de Trump no dia da posse.
Casa Branca anuncia as 6 prioridades da administração Trump
Reuters
Praticamente à mesma hora em que Donald Trump se tornava oficialmente no 45.º presidente dos Estados Unidos, a Casa Branca colocava online as prioridades da nova administração norte-americana. Deixamos aqui os principais pontos da agenda que Donald Trump pretende implementar:


Energia

Baixar custos e reduzir dependência do petróleo internacional, nomeadamente da OPEP e de "nações hostis aos nossos interesses", trabalhando com os aliados no Golfo Pérsico para desenvolver uma parceria energética "positiva".

Eliminar normas regulamentares como o Plano de Acção para o Clima e as Águas, contribuindo para aumentar rendimentos dos trabalhadores em mais de 30 mil milhões de dólares em sete anos.

Continuar a revolução do gás e petróleo de xisto, especialmente em terrenos federais. Usar as receitas da produção de energia para reconstruir estradas, escolas, pontes e infra-estruturas públicas. A energia mais barata impulsionará a agricultura.

Compromisso com tecnologias limpas de carvão e recuperação desta indústria. Reorientar a missão da agência do ambiente para proteger a água e o ar, que será uma "grande prioridade." 

               


Relações Internacionais

Usar força como dissuasor de conflitos para um mundo mais estável e pacífico. Derrotar o Daesh e outros grupos terroristas através de operações militares agressivas conjuntas sempre que necessário e de corte do financiamento, desmantelamento de propaganda.


Reconstruir o exército, revertendo a tendência  de desinvestimento. "O nosso domínio militar deve ser inquestionável". Compromisso com a diplomacia – "Não iremos à procura de inimigos, ficaremos felizes se os inimigos se tornarem amigos e se velhos amigos se tornarem aliados"

 


Emprego

Criar 25 milhões de novos empregos na próxima década e fazer regressar o crescimento da economia a um ritmo anual de 4%. Reforma fiscal favorável ao crescimento para manter mais rendimento nas famílias, reduzindo as taxas em todos os escalões e a fiscalidade sobre as empresas.

Moratória em novos regulamentos federais e identificação de regulamentos que destruam emprego. Renegociar actuais acordos comerciais  e assumir uma posição de força nos novos para garantir a atracção de empregos qualificados e bem remunerados.



Defesa

O título é elucidativo: "Tornar o nosso exército grande outra vez". A prioridade inicial passa por "não permitir que nenhuma outra nação supere a nossa capacidade militar". A começar pela "reconstrução do nosso exército".

Avançar com o "desenvolvimento" de mísseis de defesa para protecção da ameaça apresentada por países como o Irão e a Coreia do Norte.

 

Tornar uma "prioridade" o combate a pirataria informática numa altura em que emerge uma "guerra cibernética".

 


Segurança

"Capacitar" as forças de segurança para que combatam o "crime e a violência". Acabar com a "atmosfera anti-polícia" que se sente no país. Um dos passos a adoptar será o de reforço do número de agentes de segurança.

Trump reitera ainda o "compromisso na construção de um muro para parar a imigração ilegal". 


Acordos Comerciais

 
Privilegiar interesses dos trabalhadores e dos negócios dos norte-americanos no comércio, com acordos duros e justos para fazer crescer a economia e fazer regressar milhões de empregos. Rejeitar a Parceria Trans-Pacífico (TTP), renegociar o tratado da NAFTA, abandonando-o se os trabalhadores americanos não forem beneficiados.

Punir as nações que violem acordos de comércio e penalizem os interesses dos americanos e garantir que as políticas de comércio serão implementadas para e pelo povo, colocando os EUA em primeiro lugar.


 




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comentários mais recentes
nb 21.01.2017

Esperar para ver. Deixem de adivinhar. O homem não está sozinho no governo e se lá está, é porque ganhou eleições. Fala demais, pois fala. Se votaram nele é porque estavam fartos do que tinham. Os auto-considerados democratas, são os que andam nas manifestações contra quem ganhou, não é?

conselheiro 20.01.2017

Vai trabalhar, malandro e deves estar a olhar por ti abaixo quando insultas tudo e todos de corruptos.

ssss 20.01.2017

TRUMP PARA PORTUGAL E O QUE O NOSSO PAIS PRECISA, DE UM TRUM, ACABAR COM OS POLITICOS CORRUPTOS VIGARISTAS, DAR O PODER AO POVO,FORA COM OS POLITICOS

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