Cronista
Rui Neves Jornalista

Jornalista desde Março de 1992, tinha 20 anos, frequentava o 3º ano do Curso Superior de Comunicação Social, na Escola Superior de Jornalismo, no Porto, quando começou a trabalhar no diário "O Primeiro de Janeiro". Seguiu-se o semanário "Vida Económica". E foi, durante sete anos, correspondente da agência "Reuters" no Porto. Desde Abril de 2003 que integra a equipa do Jornal de Negócios, onde coordena a delegação do Porto.

Não é filiado em nenhum partido, não é sócio de nenhum clube desportivo nem frequenta templos religiosos. Não tem acções, obrigações ou unidades de participação em fundos de investimento. O Negócios é a sua única fonte de rendimentos. Tenta nunca perder o Norte, o Porto é a sua cidade. Tem um filho de 8 anos – chama-se Rodrigo e é nascente e foz da sua vida!

Rui Neves Pobreza e insol(v)ência 03.02.2015 Rui Neves 75
Adoro estatísticas. São como os estudos. Dão para tudo. Basta baralhar os cálculos, ajustando a metodologia, e já está: serve-se quente ou frio, conforme a fonte ou o objectivo que se queira atingir.
Rui Neves Uma mão cheia de disparates 08.04.2014 Rui Neves 79
É como prometer pôr a economia a crescer 5% em média nos próximos dez anos, criar 300 mil postos de trabalho em 12 meses, eliminar a presença de toxicodependentes de uma dada zona da cidade ou dar resposta clínica em menos de 30 minutos a todos os utentes das urgências hospitalares.
Rui Neves É a magia, estúpido! 25.03.2014 Rui Neves 36
Magia é o acto de fazer aparecer e desaparecer o que quisermos através de truques, tornando a realidade um campo inesgotável de produção de efeitos extraordinários por meios artísticos. E quando é usada com o intuito de prejudicar o(s) outro(s), a isso chama-se magia negra.
Rui Neves Sexo antes do casamento (não) é pecado 25.02.2014 Rui Neves 284
De 1.000 (anos) passará, mas a 2.000 não chegará. Esta é uma profecia sobre o prazo de vida do Homem na Terra que popularmente se atribui (leia-se os crentes) a Jesus Cristo, mas que não existe na Bíblia – logo, ele nunca a proferiu.
Rui Neves Meu amor, meu amor, eu não tenho a certeza... 12.02.2014 Rui Neves 126
O Tordo vai deixar Portugal . Assim, de repente, aos 65 anos. Vai para o Brasil, viver e trabalhar. Diz que parte no dia 18, terça-feira. Sinto-me triste por saber que vai embora porque já não tem trabalho suficiente em Portugal.
Rui Neves Morra o Centralismo, morra! Pim! 29.01.2014 Rui Neves 151
Já não há pachorra para o ar de tédio de quem diz já não ter paciência para o discurso contra o centralismo de Lisboa. O poder político central (e todos os outros míopes!) que insista então na mesma visão autista, que cometa os mesmos erros estratégicos, que mantenha as mesmas práticas senhoriais. Uma semana, três vómitos:
Rui Neves Estaleiros de Viana a ferro e Martins 04.12.2013 Rui Neves 192
Os Estaleiros Navais de Viana do Castelo personificam o pior da gestão política e empresarial do Estado português. Há muitos anos que a empresa se tinha tornado um sorvedouro estúpido de dinheiros públicos. É verdade que há muitas outras empresas estatais que dão prejuízos absolutamente indecorosos, mas a maioria dessas, bem ou mal, prestam um activo tão intangível – quanto instrumentalizável, é certo! – chamado serviço público.
Rui Neves Não se pode estar direito quando se tem a espinha torta 20.11.2013 Rui Neves 111
Portugal é um avião com quatro motores (consumo público, consumo privado, investimento e exportações) em que três estão engasgados e apenas um funciona, o das vendas de bens e serviços ao exterior. Distinto cumpridor da cartilha da troika, e sem conseguir atenuar os efeitos da austeridade, o Governo agarrou-se ao único reactor capaz de manter o País a uma altitude suficiente para não se despenhar.
Rui Neves Estado apanhado com as peúgas na mão 06.11.2013 Rui Neves 71
Álvaro Costa, um pequeno empresário de Barcelos que é a cara chapada do sucateiro Manuel Godinho (principal arguido do processo "Face Oculta"), conseguiu derrotar em tribunal o gigante espanhol BBVA naquele que foi o primeiro acórdão do Supremo Tribunal de Justiça sobre os polémicos "swaps" de taxa de juro de empresas privadas. O veredicto foi noticiado, em primeira mão, pelo Negócios on-line, na noite de 18 de Outubro.
Rui Neves Sal grosso para apertar o bacalhau 17.07.2013 Rui Neves 49
O estatuto profissional é importante e muito considerado pelos empresários portugueses – é aconselhável que os interlocutores tenham o mesmo nível hierárquico e poder de decisão. O ritmo das negociações é lento e são frequentemente necessárias várias reuniões até uma decisão final.
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