Cronista
Rui Peres Jorge Jornalista

Rui Peres Jorge é jornalista no Jornal de Negócios desde 2006 e escreve sobre a macroeconomia e políticas públicas, em particular as escolhas monetárias e orçamentais. Acompanhou de perto o programa de ajustamento implementado entre 2011 e 2014 em Portugal, tendo publicado em 2014 "Os 10 erros da troika em Portugal", uma análise aprofundada às políticas desenhadas em parceria entre o governo português, a Comissão Europeia, o FMI e o BCE.

Começou no Semanário Económico em 2002. É mestre em Economia Monetária e Financeira e pós-graduado em Contabilidade Pública, Finanças Públicas e Gestão Orçamental pelo ISEG – Universidade de Lisboa. Conta com cursos de formação em jornalismo económico na Universidade de Columbia em Nova Iorque (Citi Journalistic Excellence Award) e em jornalismo no Committee of Concerned Journalists em Washington (Bolsa da FLAD). Lecciona a cadeira de Jornalismo Económico na Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica. Nasceu em 1977 e vive em Lisboa.

 

Rui Peres Jorge Portugal, uma cobaia europeia na banca 18.08.2017 Rui Peres Jorge 21
O laboratório português revela que os "bail-ins" também têm um lado negro, nomeadamente sobre as PME; mostra que a linha vermelha das perdas para os credores parece está a ser traçada nos obrigacionistas seniores; lembra que os abusos dos bancos continuam a vir bater à porta dos contribuintes; e, finalmente, atesta que vale a pena explorar e desafiar os limites das regras europeias, que são mais flexíveis do que por vezes nos dizem. Haja engenho e vontade política.
Rui Peres Jorge Cativações da despesa, o início da "silly season" 07.07.2017 Rui Peres Jorge 148
Enfim, gostaria que em vez de se concentrarem nos 2,4% da despesa que dizem respeito a cativações e à dotação provisional, o debate e o interesse dos parlamentares se focasse na criação de mecanismos que garantam exigência e eficiência na gestão dos restantes 97,6%. Seria bom, talvez depois do Verão.
Rui Peres Jorge Bruxelas também quer virar a página da austeridade 26.05.2017 Rui Peres Jorge 28
Não é fácil dizer que se vira a página da austeridade ao mesmo tempo que se obtém um dos maiores excedentes primários da Zona Euro. Fazê-lo com a economia e o emprego a crescer parece até uma manifestação da famosa "consolidação orçamental amiga do crescimento". Com este desempenho Centeno ainda acaba no Eurogrupo.
Rui Peres Jorge Algum bom senso em Bruxelas: mais vale tarde que nunca 18.05.2017 Rui Peres Jorge 51
Marco Buti, o economista-chefe da Comissão, partilhou há poucos dias a sua análise sobre o momento da Zona Euro. Uma das conclusões que se pode tirar do texto é que algum bom senso e razoabilidade está felizmente a dominar as análises de Bruxelas, o que pode ajudar a melhores políticas em Portugal.
Rui Peres Jorge Mais 2,8% de PIB? Não há espaço para optimismo 16.05.2017 Rui Peres Jorge 84
No meio da euforia dos últimos dias sobressai que é preciso recuar até ao princípio do século para encontrar níveis de confiança tão altos como actuais. Mas há outra forma de olhar para a questão, bem menos tranquilizante: é que a última vez que os portugueses estiveram tão confiantes, seguiu-se uma quase estagnação de década e meia.
Rui Peres Jorge O Banco de Portugal e o falhanço da Nação 07.02.2017 Rui Peres Jorge 427
A multiplicação de regras e códigos para evitar conflitos de interesses na banca, em particular as ligações perigosas entre reguladores, regulados, e poder legislativo, que se acreditava serem uma das importantes lições da grande recessão não chegou à cúpula do Banco de Portugal. É caso para dizer que o regulador vai nu.
Rui Peres Jorge 7 razões para a esquerda defender um resgate à banca 19.01.2017 Rui Peres Jorge 106
O Ricardo Paes Mamede, um dos melhores e mais desafiantes economistas que temos em Portugal, considera que o resgate à banca que propus aqui há uns dias corre o risco de ser um "presente envenenado". Eis sete razões para a esquerda defender a ideia.
Rui Peres Jorge Novo Banco e as vantagens de um resgate à banca 13.01.2017 Rui Peres Jorge 276
O debate sobre a sua nacionalização esconde o problema central que a oferta pelo Novo Banco evidencia: Portugal precisa de um programa de recuperação da banca, alicerçado num mecanismo de limpeza de balanços e subsequente recapitalização cautelar das suas instituições financeiras sistémicas.
Rui Peres Jorge Sr. governador, iletrado e ignorante me confesso 24.11.2016 Rui Peres Jorge 592
O governador do Banco de Portugal resolveu transportar o debate político e técnico sobre as falhas no ajustamento do sector financeiro para o plano pessoal. As críticas não são ideias e pontos de vista… são ofensas. Os críticos não são interlocutores… são ignorantes e iletrados. A posição de Carlos Costa não é só surpreendente, é também preocupante pela falta de capacidade de auto-crítica que outras instituições já foram capazes de fazer.
Rui Peres Jorge As virtudes e os pecados de um ano de geringonça 04.10.2016 Rui Peres Jorge 116
Com quase um ano no terreno, a geringonça conseguiu mais do que os críticos lhes destinavam, mas menos do que Portugal precisa.