A revolução da inteligência artificial está a mudar o modo como vivemos, produzimos e nos movemos. No setor automóvel, esta transformação traduz-se em veículos cada vez mais inteligentes, processos mais eficientes e numa nova forma de comunicar com o cliente. A SIVA|PHS tem assumido um papel pioneiro nesta integração da tecnologia, pondo a IA ao serviço da experiência e da relação de confiança que constrói com os seus clientes e parceiros. “A IA não é apenas um acelerador tecnológico, é um facilitador estratégico e uma ferramenta de empatia e de antecipação. Permite-nos conhecer melhor o cliente e estar lá antes de ele pedir”, começa por afirmar Daniel Wukowitsch, Managing Director da SIVA|PHS em Portugal.
Concessionário virtual nos sites das marcas SIVA|PHS
Um dos exemplos mais visíveis desta estratégia é o VideoShowRoom, em todos os sites das marcas da SIVA|PHS, um concessionário virtual suportado por inteligência artificial que permite aos clientes explorarem modelos e interagirem com equipas de vendas em tempo real, através de vídeo e chat. Segundo a SIVA|PHS, desde a sua implementação, esta plataforma já gerou mais de 22.500 contactos, representando cerca de um quinto dos leads digitais da empresa. O resultado é um equilíbrio entre conveniência e personalização: uma experiência digital que mantém a proximidade e a atenção humanas. “A IA deve complementar e expandir, não substituir, o presencial e o julgamento humano. Ajuda-nos a transformar cada clique num contacto real e cada dado num relacionamento mais próximo”, sublinha o responsável.
Padrões de segurança inéditos na indústria automóvel
Além da relação comercial, a IA está também a redefinir a própria experiência de condução. A integração de assistentes de voz inteligentes permite uma interação natural com o veículo, reforçando a segurança ao reduzir distrações. Paralelamente, os sistemas de análise em tempo real tornam possível antecipar riscos na estrada, detetar comportamentos inesperados de outros veículos e apoiar o condutor em decisões críticas. Trata-se de uma evolução que eleva os padrões de segurança para níveis inéditos na indústria automóvel.
A SIVA|PHS destaca igualmente a inteligência artificial que está a otimizar a gestão de dados e a apoiar a tomada de decisão em áreas tão diversas como a qualificação de leads, a previsão de necessidades de manutenção ou a personalização da comunicação com o cliente. O objetivo – contam-nos – é antecipar, simplificar e criar valor, numa lógica em que a tecnologia se torna um prolongamento natural da interação humana. “Estamos a passar de uma lógica reativa para uma lógica preditiva. Hoje, conseguimos antecipar necessidades e oferecer soluções no momento certo”, explica o responsável.
Formar colaboradores para o presente e o futuro
A aposta na IA não se faz à custa das pessoas — muito pelo contrário, assegura a marca. A SIVA|PHS está a investir numa nova estratégia de IA e num plano de formação que visa desenvolver competências nesta área e incentivar a utilização responsável e eficiente destas tecnologias em toda a organização. Esta formação foi dirigida a colaboradores de várias áreas da empresa, que posteriormente irão disseminar o conhecimento adquirido nos seus departamentos, enquanto embaixadores de IA.
A SIVA|PHS acredita que, desta forma, libertam-se as equipas de tarefas repetitivas, para que se possam dedicar ao que realmente faz a diferença: o aconselhamento, a relação de confiança e o acompanhamento personalizado. “A tecnologia é um meio, não um fim. O nosso valor nasce da união entre inteligência artificial e inteligência humana”, reforça o Managing Director da operação portuguesa.
Num setor em rápida transformação, em que a mobilidade se torna cada vez mais conectada e sustentável, a visão da SIVA|PHS é clara: usar a IA para melhorar a experiência, reforçar a relação e antecipar o futuro. A empresa vê nesta revolução tecnológica uma oportunidade para aproximar ainda mais as marcas dos consumidores e consolidar a confiança construída ao longo de décadas. “A IA é o motor da transformação, mas o destino continua a ser o mesmo: oferecer experiências que superem expectativas”, conclui Daniel Wukowitsch.