Economia BCE dedica conferência às vítimas do incêndio de Pedrogão

BCE dedica conferência às vítimas do incêndio de Pedrogão

O 4.º fórum do BCE será dedicado às vítimas dos incêndios de Pedrogão, anunciou Mario Draghi na abertura dos trabalhos, dando conta que o BCE e o Banco de Portugal farão doações para apoio às vítimas.
BCE dedica conferência às vítimas do incêndio de Pedrogão
Bruno Simão
Rui Peres Jorge Lusa 26 de junho de 2017 às 20:41

O 4.º fórum do BCE será dedicado às vítimas dos incêndios de Pedrogão, anunciou Mario Draghi na abertura dos trabalhos, dando conta que o BCE e o Banco de Portugal farão doações para apoio às vítimas.

O presidente do Banco Central Europeu quis homenagear as vítimas dos incêndios que devastaram a região centro de Portugal na semana passada, tendo pedido um minuto de silêncio no lançamento do Fórum, em Sintra.

 

Mario Draghi recordou a "terrível tragédia" que assolou Portugal há uma semana, pedindo às dezenas de personalidades que participam nos trabalhos do Fórum do BCE para respeitarem um minuto de silêncio "em memória daqueles que perderam a vida".

 

O líder do BCE anunciou ainda que a instituição a que preside vai fazer uma "doação" em nome próprio, que será "complementar à doação do Banco de Portugal", sem especificar os valores em causa, mas desafiando os participantes no evento de outras instituições a juntarem-se a esta iniciativa.

 

O BCE volta a reunir em Sintra, a partir de hoje, cerca de 150 personalidades do mundo da política monetária e financeira para debater o investimento e o crescimento das economias desenvolvidas.

 

Mario Draghi deu início aos trabalhos, com o habitual discurso num jantar de boas-vindas às dezenas de economistas e responsáveis internacionais que participam no 'ECB Forum on Central Banking', em Sintra, que é dedicado este ano ao 'Investimento e Crescimento nas Economias Desenvolvidas'.

 

Os incêndios que deflagraram na região centro, há uma semana, provocaram 64 mortos e mais de 200 feridos e só foram dados como extintos no sábado.

 

Mais de dois mil operacionais estiveram envolvidos no combate às chamas, que consumiram 53 mil hectares de floresta, o equivalente a cerca de 75 mil campos de futebol.

 

A área destruída por estes incêndios - iniciados em Pedrógão Grande, no distrito de Leira, e em Góis, no distrito de Coimbra - corresponde a praticamente um terço da área ardida em Portugal em 2016, que totalizou 154.944 hectares, segundo o Relatório Anual de Segurança Interna divulgado pelo Governo em Março.

 

Das vítimas do incêndio que começou em Pedrógão Grande, pelo menos 47 morreram na Estrada Nacional 236.1, entre Castanheira de Pera e Figueiró dos Vinhos, concelhos também atingidos pelas chamas.



(notícia actualizada às 21:02)

 




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