Empresas Peter Villax: é preferível ter investimento chinês do que de "oligarcas russos"

Peter Villax: é preferível ter investimento chinês do que de "oligarcas russos"

O presidente da Hovione Capital e da Associação de Empresas Familiares diz que a China não é um Estado de direito mas sim um Estado de partido.
A carregar o vídeo ...
Celso Filipe Rosário Lira 02 de julho de 2017 às 12:00

Peter Villax diz que o Governo chinês é "forte e competente" e que, também por essa razão, Portugal dever receber o investimento daquels país de braços abertos.

 

É preferível ter investimentos "virtuosos" de chineses do que de "oligarcas russos" afirma o empresário, presidente da Hovione Capital, na Conversa Capital, entrevista conjunta do Negócios e da Antena 1.

 

"A China não é um Estado de direito, é um estado do partido. A China é um país de cultura de Confúcio, nós na somos – na Europa - de cultura judaico-cristã. Na China, o poder é essencialmente virtuoso, quer dizer que a oposição é maldosa. Portanto não podemos ter na China o modelo de governo e oposição que existe nos países ocidentais" sublinha o também presidente da Associação de Empresas Familiares.




A sua opinião4
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
mais votado Anónimo 02.07.2017

As pessoas precisam de um Estado que seja bom gestor da coisa pública e pessoa de bem. Um Estado que faça boa gestão de recursos humanos despedindo onde e quando é preciso e que saiba investir em bens de capital onde e quando é necessário. Isto é o que Portugal não tem. Isto é o que falta às pessoas. O radicalismo sindical é tão nocivo como o corrupto capitalismo selvagem de compadrio. Quer uns quer outros atiram a coisa pública para os braços dos aproveitadores sem escrúpulos, para os bandidos e para os incompetentes.

comentários mais recentes
pertinaz 03.07.2017

VENHAM CHINESES E MUITOS...!!!

Anónimo 02.07.2017

se os chineses continuam a investir como eles fazem cà no burgo isto dentro de alguns anos serà um pagode chinês ... entre a entrada de milhares de chineses clandestinos que foram regularizados os vistos gold mais as compras de empresas estratégicas... bancos... seguros etc...seremos uma colonia

Anónimo 02.07.2017

Portugal precisa de investidores. Para isso necessita de flexibilizar as regras laborais e dinamizar o mercado de capitais doméstico. Depois, mais tarde, poderá vir a ter investidores activistas. A economia portuguesa insiste em ficar atascada na idade da pedra promovida por sindicatos e mais lóbis.

Anónimo 02.07.2017

As pessoas precisam de um Estado que seja bom gestor da coisa pública e pessoa de bem. Um Estado que faça boa gestão de recursos humanos despedindo onde e quando é preciso e que saiba investir em bens de capital onde e quando é necessário. Isto é o que Portugal não tem. Isto é o que falta às pessoas. O radicalismo sindical é tão nocivo como o corrupto capitalismo selvagem de compadrio. Quer uns quer outros atiram a coisa pública para os braços dos aproveitadores sem escrúpulos, para os bandidos e para os incompetentes.

pub
pub
pub
pub