CRESAP ainda não chumbou nenhum gestor público este ano
Entre Janeiro e Setembro deste ano foram avaliados 167 nomes enviados pelo Governo à Comissão de Recrutamento e Selecção para a Administração Pública (CRESAP). Destes, 165 receberam parecer de "adequado" e apenas dois tiveram pareceres de "adequado com limitações". Nenhum nome foi chumbado, ou seja, não houve nenhum "parecer com reservas".
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A contabilização é feita pelo Expresso desta sexta-feira, 29 de Setembro, que lembra que 2017 foi ano de mudanças na direcção da CRESAP com João Bilhim – que se reformou ainda em 2016 – a ser substituído na liderança do organismo por Maria Júlia Neves Murta Ladeira.
Os dados contrastam com o balanço do ano anterior. Em 2016 a CRESAP deu o seu parecer a 250 nomes propostos pelo Executivo, dos quais 40 receberam uma avaliação de "adequado com limitações", o que quer dizer que teriam lacunas no currículo, e 16 um "parecer com reservas".
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Ao Expresso, a CRESAP reconhece que o número de "pareceres com reservas" e "adequados com limitações" tem vindo a reduzir-se e atribui isso ao facto de os governos estarem a ter mais cuidado com os nomes enviados à comissão, escolhendo perfis mais adequados aos cargos em causa.
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A CRESAP, recorde-se, é responsável por recrutar e seleccionar os dirigentes superiores da Administração Pública, e por avaliar os nomes propostos pelo Executivo para a administração das empresas públicas e cargos superiores de organismos públicos.
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