O consultor de energia e antigo governante defende que, em vez de andarmos a falar de reformas estruturais, de reforma do mercado de trabalho ou de baixar este ou aquele imposto, devíamos olhar para o que está à frente dos nossos olhos, o nosso petróleo, que é o sol, o vento e a água, e que responde aos problemas económicos do país. A economia do futuro será eletrificada e Portugal tem hoje uma oportunidade única na sua história. Mas alerta que é preciso ter as políticas públicas certas e concretizar. Há, na sua perspetiva, uma espécie de letargia que parece contaminar vários agentes no país. Tece duras críticas ao Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, acusando-o de ser um problema sério, um bloqueio e de representar um custo de contexto elevadíssimo para o país, que não se fundamenta em nenhuma lei.