Maria Barroso: Uma voz que faz falta à democracia

No dia em que faria 100 anos, a ex-primeira-dama, que morreu em julho de 2015, é recordada como alguém que "também falta ao mundo num momento em que se reduz a divergência a inimigos".
Foto de arquivo, de 2007, de Maria Barroso
Sérgio Lemos / Correio da Manhã
Máxima 20 de Janeiro de 2026 às 15:45

Antiga primeira-dama, única fundadora feminina do PS, atriz, mãe e avó. Maria Barroso é descrita como "uma mulher acima de todos os títulos que, em eleições como as que estamos a viver, não seria neutra na escolha pela democracia e o humanismo". Uma voz que faz falta à democracia, resume um texto assinado pelo neto, Mário Barroso Soares.

No dia em que faria 100 anos, a ex-primeira-dama, que morreu em julho de 2015, é recordada como alguém que "também falta ao mundo num momento em que se reduz a divergência a inimigos". Leia o artigo completo na .

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