Paulo Pereira Cristovão passa para prisão domiciliária com pulseira electrónica
Farinha Alves precisou que a alteração da medida de coacção foi decidida pelo juiz na terça-feira, 23 de Junho.
PUB
Paulo Pereira Cristóvão foi detido, em Março, por suspeitas de associação criminosa, sequestro e roubo, de acordo com fontes policiais. A detenção ocorreu no âmbito de uma investigação que, em Julho de 2014, já tinha levado à detenção de 12 pessoas, incluindo três polícias, por sequestro, roubo e usurpação de funções.
PUB
O grupo foi desmantelado por elementos da Unidade Nacional Contra o Terrorismo (UNCT) da PJ, por indícios de associação criminosa, sequestro, roubo qualificado, usurpação de funções, abuso de poderes e posse de armas proibidas.
PUB
Segundo a PJ, o grupo criminoso dedicava-se "a sinalizar potenciais alvos para os roubarem no interior das suas residências, simulando tratar-se de verdadeiras acções policiais a cumprir buscas domiciliárias judicialmente ordenadas, tendo alguns deles utilizado, em certas ocasiões, as suas próprias fardas para assim melhor credibilizarem as actuações".
Na mesma altura, a PJ referiu que os crimes ocorreram nos distritos de Lisboa e Setúbal, tendo em alguns dos casos sido utilizada a violência e a coacção para que as vítimas fornecessem informação sobre os locais onde se encontravam escondidas quantias monetárias, objectos e produtos com valor acrescentado.
PUB
Paulo Pereira Cristóvão, detido no âmbito da mesma investigação, foi vice-presidente do Sporting durante o mandato de Luiz Godinho Lopes, depois de ter sido candidato à presidência do clube, tendo perdido para José Eduardo Bettencourt.
PUB
Paralelamente, o antigo vice-presidente do Sporting está a ser julgado no caso que envolve o árbitro auxiliar José Cardinal, estando acusado de burla qualificada, branqueamento de capitais, peculato, devassa por meio informático, acesso ilegítimo e denúncia caluniosa agravada.
Saber mais sobre...
Saber mais Paulo Pereira Cristóvão Farinha Alves PJ Sporting Luiz Godinho Lopes José Eduardo Bettencourt justiçaNão nos tomem por tolos, sff
Depois da tempestade
Mais lidas
O Negócios recomenda