Cotrim diz que denúncia é "manobra de política suja". Volta a ser criticado por Mendes devido a Ventura
Cotrim Figueiredo associa denúncia de assédio sexual a "manobra de política suja"
Catarina Martins diz que Montenegro conhece a realidade no SNS e "opta por mentir"
Ventura diz que Montenegro é "o maior sem noção do país"
Seguro diz que problemas na saúde não são perceções, mas situação real
Jorge Pinto diz que acusação contra Cotrim é muito grave e apela a que não se culpem vítimas
Mendes diz que eleitores ficaram desiludidos com Cotrim e acredita que isso o poderá beneficiar
Inês de Sousa Real declara apoio a António José Seguro
André Pestana defende que acordo com Mercosul causa concorrência desleal
Gouveia e Melo considera que Cotrim Figueiredo revela instabilidade política
Cotrim arrependido por ter "aberto a porta" a um eventual apoio a André Ventura
Emigrantes frustrados com as dificuldades de sempre no acesso ao voto
César apoia Seguro e pede concentração de votos já na 1.ª volta
Mendes diz que "ganhar ou perder é democracia" e volta a criticar Cotrim
O candidato presidencial Marques Mendes reiterou esta terça-feira as críticas a Cotrim Figueiredo, acusando-o de ser um exemplo de "imaturidade e impreparação", e, a cinco dias das eleições, afirmou que "ganhar ou perder é democracia".
Num almoço com empresários, o candidato apoiado por PSD e CDS-PP contou com uma intervenção da mulher, Sofia Marques Mendes, e reiterou que tem para oferecer ao país "estabilidade, ambição e previsibilidade", valores que considerou essenciais para a economia e empresas.
"É por tudo isto que, se concordarem com as minhas palavras e com a minha mensagem, peço a vossa ajuda. Se entenderem de outra maneira, ganhar ou perder é democracia e respeito os votos de todos", afirmou.
E acrescentou: "Tento ganhar, mas respeito os votos de todos. Porque todos são portugueses e Portugal precisa de todos e eu quero ser Presidente daqueles que votam em mim e daqueles que não votam em mim", afirmou.
O candidato voltou a centrar as críticas em Cotrim Figueiredo, dizendo que, numa segunda volta, "IL e Chega" podem ser a mesma coisa, depois de o seu adversário não ter excluído o voto em André Ventura, caso não passasse da primeira volta.
"Agora pode vir dar a entender que está arrependido. Mas é um falso arrependimento. O que esta última declaração significa é que este candidato é um exemplo de imaturidade e um exemplo de precipitação. E na Presidência da República não pode haver nem imaturidade nem precipitação", defendeu.
Do seu lado, assegurou, "não vai ser aos 68 anos" que se irá descaracterizar.
"Eu não sou daqueles que pensam uma coisa à segunda, quarta e sexta, e pensam coisa diferente à terça, quinta ou sábado", disse.
No dia em que visitou Fátima, Mendes assegurou que "não há milagres" na sua candidatura, mas trabalho.
"Não há aqui marketing. Há aqui vontade de fazer e de realizar. Eu sou muito genuíno ao dizer isto", afirmou.
Antes, discursou pela primeira vez a mulher do candidato, que o tem acompanhado durante toda a campanha, dizendo que, apesar de ser discreta e preferir passar despercebida, não quis ser egoísta.
"Tenho de mostrar a todos o que realmente sinto que és, a pessoa mais certa para representar a República. Todos os dias me consegues surpreender com a tua generosidade e com o teu sentido de missão. Por todos nós, pelos filhos e netos de todos nós, ajuda Portugal", apelou, terminando a intervenção com um "amo-te".
Marques Mendes disse sentir-se "muito grato e sensibilizado" com estas palavras, aproveitando para estender a homenagem "a todas as mulheres", que disse serem pilares na estabilidade das famílias e na harmonia dentro da sociedade portuguesa.
"Eu queria saudar, na minha mulher, as mulheres de Portugal", disse.
Em Leiria, Mendes quis detalhar o que pode um Presidente da República fazer para ajudar a economia e as empresas.
"Três coisas fundamentais, se for eu o escolhido pelos portugueses para ser o chefe de Estado: estabilidade, ambição, previsibilidade", disse.
O candidato apoiado por PSD e CDS-PP reiterou que tudo fará para garantir a estabilidade política em Portugal e até detalhou três preocupações essenciais na relação com o parlamento.
"Evitar moções de censura, evitar moções de confiança e levar os agentes políticos a negociarem o Orçamento do Estado todos os anos", apontou.
Neste almoço, falou também o antigo ministro da Economia Pedro Reis, que apontou Mendes como a escolha acertada também para este setor, pedindo "mais ação e menos eleição".
"As empresas anseiam por uma interrupção em eleições, anseiam por uma estabilidade nos ciclos políticos, anseiam por um foco na sua competitividade e no seu investimento. Só por isso, acho que temos uma grande razão para votar no Dr. Luís Marques Mendes", defendeu.
O economista considerou que Mendes vai trazer "a capacidade da articulação institucional e de promover o alinhamento nacional".
"Não vale a pena complicar, as empresas não complicam as coisas", apelou.
Cotrim Figueiredo associa denúncia de assédio sexual a "manobra de política suja"
O candidato presidencial Cotrim Figueiredo considerou esta terça-feira a denúncia de assédio sexual por parte de uma ex-assessora parlamentar da IL uma "manobra política do mais suja que há" e pediu aos portugueses para não se deixarem enganar.
"O que posso pedir é que os portugueses não se deixem enganar por este tipo de campanhas sujas e que confiem que sou a mesma pessoa que sempre fui na vida pública e que não tenho nada a esconder", pediu o também eurodeputado, um dia depois de uma ex-assessora parlamentar da IL o ter acusado de assédio sexual.
Na segunda-feira, dia em que se soube desta denúncia, o candidato, apoiado pela IL, negou categoricamente essas acusações, que apelidou de "completamente falsas" e disse que ia avançar com uma queixa-crime.
Mais tarde, num comunicado divulgado aos jornalistas e nas suas redes sociais, Cotrim Figueiredo insistiu que ia processar a pessoa em causa por difamação, "independentemente das suas circunstâncias e das funções que exerce num dos gabinetes do atual Governo".
Questionado sobre o porquê de revelar que a pessoa em causa trabalha agora no Governo PSD/CDS-PP, o eurodeputado explicou que lhe parece uma informação factual relevante.
Em sua opinião, é relevante porque pode indiciar que num órgão de soberania da Nação está alguém que publica mentiras.
Já hoje, numa carta aberta, 30 mulheres que trabalharam com Cotrim Figueiredo garantiram que "nunca vivenciaram ou presenciaram comportamentos inadequados" do candidato presidencial.
"Nenhuma de nós vivenciou ou presenciou comportamentos inadequados nas interações que tivemos, incluindo em contextos de trabalho com várias mulheres na equipa nos quais o ambiente se manteve profissional e respeitador", afiançaram.
Agradecendo o apoio destas mulheres, Cotrim Figueiredo revelou ter ainda recebido "muitas centenas de mensagens" de homens e mulheres que trabalharam consigo a manifestar-lhe solidariedade.
"Agradeço a todos. Como devem imaginar, é pessoalmente muito doloroso e foram, de facto, horas difíceis, estas últimas", assinalou.
O candidato presidencial, apoiado pela IL, comentou ter recebido um telefonema da atual líder da IL, Mariana Leitão, a dar-lhe apoio e a explicar que não subscreveu a carta aberta devido ao cargo que ocupa atualmente.
"Eu percebo isso, registo apenas uma chamada bastante calorosa e bastante enfática por parte da Mariana Leitão", destacou.
Catarina Martins diz que Montenegro conhece a realidade no SNS e "opta por mentir"
A candidata presidencial Catarina Martins considerou esta terça-feira que o primeiro-ministro, Luís Montenegro, conhece a realidade dos problemas no Serviço Nacional de Saúde (SNS) mas "opta por mentir", insistindo que a degradação do setor é intencional.
"Luís Montenegro conhece a realidade e opta por mentir sobre a realidade, acho que é a única coisa que podemos dizer", afirmou, quando questionada sobre as conclusões do inquérito de acesso aos cuidados de saúde da Nova School of Business and Economics, divulgadas esta terça-feira.
Segundo o relatório, há mais portugueses doentes e as barreiras de acesso aos cuidados de saúde continuam elevadas, levando a uma probabilidade cada vez menor de uma pessoa recorrer exclusivamente ao SNS, optando pelo privado.
Os dados surgem um dia depois de o primeiro-ministro ter defendido que há uma "perceção de caos" SNS que não corresponde à realidade, argumentando que os tempos de espera nos hospitais "são os melhores dos últimos cinco anos".
"O primeiro-ministro não conhece a realidade de Portugal?", questionou Catarina Martins, respondendo de seguida que "o primeiro-ministro conhece e o primeiro-ministro tem sabotado o SNS".
Ventura diz que Montenegro é "o maior sem noção do país"
O candidato presidencial André Ventura afirmou esta terça-feira que o primeiro-ministro é "o maior sem noção do país", depois de Luís Montenegro ter rejeitado na segunda-feira a ideia de caos na saúde.
"Eu queria perguntar ao primeiro-ministro se ele acha mesmo que isto é uma questão de perceção. Eu acho que nós temos um primeiro-ministro que tem uma enorme falta de noção do país real", afirmou o candidato apoiado pelo Chega.
André Ventura falava aos jornalistas antes de uma arruada em Braga, reagindo às declarações de Luís Montenegro, que defendeu que há uma "perceção de caos" no Serviço Nacional de Saúde, mas afirmou que "isso não é a realidade" do setor.
Questionado sobre o que faria perante as afirmações do primeiro-ministro se fosse Presidente da República, Ventura salientou que diria a Luís Montenegro "que ele é o maior sem noção do país, quando diz que não há caos na saúde".
Para o candidato, o Presidente da República deve também assumir-se como "a voz da consciência de um Governo que está a errar e que está a governar mal".
"É impossível um candidato presidencial olhar para isto [declarações do primeiro-ministro] e não dizer que um Presidente da República tem de falar ao país real e tem de dizer para onde é que o Governo não deve ir", vincou.
Seguro diz que problemas na saúde não são perceções, mas situação real
O candidato presidencial António José Seguro contrariou esta terça-feira a ideia do primeiro-ministro de que os problemas na saúde são perceções, porque "a situação é mesmo real", e considerou que só com o "contacto direto" os políticos percebem as dificuldades.
Durante uma visita à AURPIS, uma instituição de solidariedade social no Seixal, distrito de Setúbal, Seguro foi de novo confrontado com as declarações da véspera de Luís Montenegro, sendo questionado se achava que os problemas na saúde ou as questões de pobreza e desigualdade são apenas perceções.
"Não. A situação é mesmo real. Nós temos situações que as estatísticas muitas vezes não conseguem identificar e só após um contacto direto entre quem tem responsabilidades no nosso país e as pessoas é que nos apercebemos do sofrimento, da dor, das dificuldades em que as portuguesas e os portugueses vivem, sobretudo, em situação de vulnerabilidade", respondeu.
Sobre que justificação encontrava para as palavras do primeiro-ministro, o candidato presidencial apoiado pelo PS disse apenas: "A explicação é muito simples. Chega de palavras, precisamos passar à ação".
"Mostra bem como eu defini como prioridade a saúde e que hoje estou certo, mas o meu dever não é dizer que estou certo. O meu dever é, quando tomar posse como Presidente da República, imediatamente começar a trabalhar com o Governo e com todos os partidos políticos, com os representantes dos profissionais de saúde e também dos doentes, para encontrarmos uma solução sólida e duradoura para que os portugueses tenham acesso à saúde a tempo e horas", insistiu.
Jorge Pinto diz que acusação contra Cotrim é muito grave e apela a que não se culpem vítimas
O candidato presidencial Jorge Pinto pediu esta terça-feira, a propósito da acusação de assédio contra Cotrim Figueiredo, que não se "confunda a presunção de inocência com a presunção de culpa de uma potencial vítima" e afirmou que a denúncia "é muito grave".
Em declarações antes de uma visita à Casa da Cultura, em Elvas, o candidato presidencial apoiado pelo Livre disse que a queixa contra João Cotrim Figueiredo é um "assunto demasiado sério" para ser "misturado com assuntos da campanha eleitoral", mas ressalvou que não se deve confundir a presunção de inocência com a presunção de culpa.
"A única coisa que eu gostaria de dizer é que não confundamos nunca o que é a legítima presunção de inocência com a presunção de culpa de uma potencial vítima. Isso é uma situação que não devemos tolerar, em particular quando se fala de ataques a mulheres e aos seus direitos", pediu, acrescentando que o "que foi lido na denúncia é algo muito grave".
Jorge Pinto insistiu que não quer fazer deste um assunto "para atacar outro adversário político" e voltou a criticar quem pretende fazer "de uma potencial vítima uma culpada por ter tido a coragem de denunciar uma situação desconfortável e eventualmente um crime".
"De resto, não acho que deva ser assunto do dia da campanha apenas para atacar um adversário político porque as mulheres, incluindo esta senhora que faz a denúncia, merecem todo o nosso respeito e não merecem que façamos disto um assunto que as exponha para lá daquilo que já foi a exposição escolhida pela própria", rematou.
Mendes diz que eleitores ficaram desiludidos com Cotrim e acredita que isso o poderá beneficiar
O candidato presidencial Luís Marques Mendes considerou esta segunda-feira que os eleitores ficaram desiludidos com as declarações de Cotrim Figueiredo a não excluir o apoio a nenhum candidato numa eventual segunda volta, e que isso o poderá beneficiar.
“Na minha campanha não muda nada, mas na decisão dos portugueses pode mudar muito”, afirmou o candidato apoiado por PSD e CDS-PP, em declarações aos jornalistas num café, durante uma iniciativa de campanha em Fátima.
Luís Marques Mendes considerou que as declarações do adversário João Cotrim Figueiredo, “associando a candidatura liberal ao Chega, é uma desilusão para muitas pessoas”.
“Desilusão provavelmente para alguns que já votaram na IL no domingo [no voto antecipado] e que perante estas declarações de associação ao Chega se sentem enganados. Provavelmente se pudessem voltar atrás, não repetiam o voto”, defendeu.
O candidato a Presidente da República considerou também que esta declaração do antigo líder da IL “reforça a ideia” de que a sua candidatura “é a única que pode evitar o populismo, o radicalismo e o experimentalismo”.
Questionado se muitos eleitores que iriam votar em Cotrim Figueiredo poderão agora votar em si, Marques Mendes disse acreditar que sim.
“Acredito sinceramente, porque há um sentimento de desilusão. Esta associação da IL ao Chega é uma desilusão para muitos eleitores, para alguns que já votaram e que provavelmente se sentem enganados”, insistiu.
Inês de Sousa Real declara apoio a António José Seguro
A porta-voz do PAN, Inês de Sousa Real, declarou esta terça-feira que apoia António José Seguro na primeira volta das eleições presidenciais, frisando que é o único candidato com "as condições de salvaguardar a Constituição" e os valores democráticos.
O anúncio foi feito pela líder do PAN numa entrevista à TSF em que salienta que esta é uma decisão tomada a título pessoal, e não em nome do partido, e explica que apoia António José Seguro por ser o único candidato a Belém que "reúne, neste momento, as condições de salvaguardar a Constituição, de salvaguardar os valores democráticos".
"Acho que, neste caso, António José Seguro, é o único candidato que está neste momento em condições de preservar estes valores da nossa Constituição, preservar a defesa dos direitos das mulheres, como é o caso da violência doméstica", declarou, lembrando também que o socialista já disse que "se for para Belém vai levar um animal de companhia", uma promessa que será cobrada por si.
Sousa Real defendeu a importância de o país ter um chefe de Estado que "saiba respeitar o papel institucional que tem", salientou que, além de Seguro, também Catarina Martins "tem feito uma campanha digna", mas não tem possibilidades de ganhar, e deixou críticas à falta de união à esquerda.
André Pestana defende que acordo com Mercosul causa concorrência desleal
O candidato presidencial André Pestana defendeu esta segunda-feira que o acordo que será assinado no sábado entre a União Europeia e o Mercosul provoca concorrência desleal e apontou dificuldades para agricultores europeus, incluindo os portugueses.
"Há uma chamada concorrência desleal. Na América do Sul, e isso não tem nada contra os povos da América do Sul, mas as condições de trabalho são muito inferiores, ainda mais inferiores que aqui, e obviamente que isso vai criar e vai tornar que a produção aqui, por exemplo, agrícola da Europa e também de Portugal, vai obviamente dificultar", afirmou.
O candidato reforçou que deve prevalecer "a defesa dos nossos agricultores, porque senão eles não conseguem escoar produtos ou competir com produtos" que podem ter origem em trabalho escravo.
"Já se encontrou trabalho escravo em Portugal, e sabemos disso, mas noutras zonas do planeta isso há em outras dimensões", afirmou.
O sindicalista e um dos fundadores do Sindicato de Todos os Profissionais da Educação (S.T.O.P.) falava esta manhã aos jornalistas, em frente à Escola Secundária José Falcão, em Coimbra, numa ação de campanha sobre a escola pública.
"Eu choco-me a ver no hipermercado que, por exemplo, kiwis ou peras que vem da África do Sul ou da Argentina, e eu não tenho nada, obviamente, contra esses países, mas é 'nonsense', quando nós temos condições em Portugal, perfeitamente, para produzir kiwi, para produzir pera, ou seja, porque estamos aqui a gastar, a poluir e isso aumenta a nossa pegada ecológica", disse Pestana.
Gouveia e Melo considera que Cotrim Figueiredo revela instabilidade política
O candidato presidencial Gouveia e Melo considerou esta terça-feira que o comportamento político do seu adversário Cotrim Figueiredo revela instabilidade e criticou a existência de sondagens sem rigor matemático, mas que são instrumentos de influência eleitoral.
Henrique Gouveia e Melo falava aos jornalistas à entrada do Mercado do Livramento, em Setúbal, tendo ao seu lado Fernando Negrão, seu apoiante, antigo deputado e ministro social-democrata.
O ex-chefe do Estado-Maior da Armada foi questionado pelos jornalistas sobre o facto de o seu adversário Cotrim Figueiredo não ter excluído um apoio a André Ventura, caso fique de fora da segunda volta das eleições presidenciais.
Na sua resposta, o ex-chefe do Estado-Maior da Armada observou que o eurodeputado liberal e seu adversário na corrida a Belém "disse depois que se enganou", corrigindo a posição que antes sustentara sobre um eventual apoio ao líder do Chega.
"Já tinha acontecido isso antes [com Cotrim Figueiredo]. Fez aquela proposta sobre o veto absoluto na Presidência da República e a seguir retirou-a. Tudo isto revela instabilidade política. É preciso ter muito cuidado com as palavras", advertiu Gouveia e Melo.
Ainda sobre o facto de Cotrim Figueiredo não ter excluído apoiar o líder do Chega numa segunda volta das eleições presidenciais, o almirante classificou como estranha essa eventual opção por parte do antigo líder liberal.
Cotrim arrependido por ter "aberto a porta" a um eventual apoio a André Ventura
João Cotrim de Figueiredo mostra-se arrependido pelas declarações feitas esta segunda-feira, em que não excluiu o apoio a André Ventura numa segunda volta das eleições presidenciais. "Foi um dia particularmente difícil", disse esta manhã aos jornalistas, em Viseu, durante a campanha, acrescentando que já não tinha "discernimento e capacidade de corrigir" o que disse.
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