Concorrência dá "luz verde" à venda da Secil aos espanhóis da Cementos Molins

O regulador conclui que o negócio não cria entraves na concorrência no mercado nacional. Negócio deverá ficar concluído até ao final de março.
Foto de arquivo da Secil em Setúbal
Sara Matos / Medialivre
Negócios com Lusa 19 de Fevereiro de 2026 às 11:26

A Autoridade da Concorrência (AdC) não se opôs à compra da Secil, empresa controlada pela Semapa, pela Cementos Molins, apontando que não deve criar entraves significativos à concorrência no mercado nacional. A decisão, datada de dia 18 deste mês, foi esta quinta-feira publicada no portal do regulador da concorrência, que deliberou "adotar uma decisão de não oposição à operação de concentração".

No , esta operação "não é suscetível de criar entraves significativos à concorrência efetiva no mercado nacional ou numa parte substancial deste".

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A Semapa anunciou em meados de dezembro do ano passado a assinatura de um acordo vinculativo para a venda de 100% do capital social que detém na  Também em dezembro, a .

A produtora de cimento Secil é uma das várias participadas da Semapa, marcando presença em oito países e contando com oito fábricas de produção, três das quais em Portugal: Outão, Maceiras e Pataias. A Secil tem uma capacidade anual de produção de 10 milhões de toneladas de cimento. Atualmente a Secil emprega 2.900 pessoas. A cimenteira foi fundada em 1930.

No final do ano passado, as partes apontavam a conclusão da operação para o primeiro trimestre deste ano. A não oposição da AdC era uma das condições necessárias à conclusão do negócio. 

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