Mexia: EUA são prioridade e CTG não deverá ser travão ao crescimento
O CEO da EDP, António Mexia, acredita que o crescimento da elétrica nos Estados Unidos não deverá ser afetado pela participação que os chineses da China Three Gorges têm no capital da empresa, apesar de responsáveis norte-americanos se terem referido a esta participação como um potencial problema.
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"Achamos que estão criadas as condições para que o crescimento não seja afetado", declarou Mexia, para depois acrescentar que "é prioridade manter o papel que os Estados Unidos têm" no portefólio da empresa.
"Estamos atentos às nossas obrigações na regulação americana, e penso que temos todas as condições para que o nosso desempenho nesta plataforma prioritária não seja afetado", reforçou.
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O gestor da EDP relembrou que a elétrica já investiu mais de 10 mil milhões de euros em território norte-americano.
O secretário de Estado da Energia dos Estados Unidos, Danny Brouillette, numa visita a Portugal, disse que a participação chinesa na EDP era um desafio para o país.
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O membro do governo de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, adiantou que "a preocupação que há é que à medida que a EDP continua a crescer nos Estados Unidos, que nós esperamos que continue, a presença do investimento chinês na EDP possa apresentar problemas (...) e isso é o que estamos a avaliar".
O governante norte-americano acrescentou que "a abordagem chinesa é literalmente roubar propriedade intelectual", o que é visto como um risco para a "rede de eletricidade dos Estados Unidos ou para a defesa nacional" do país.
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O governo da China está presente no capital da cotada liderada por António Mexia através da China Three Gorges, que detém uma participação de 23,7% na elétrica portuguesa, representativa de 850.777.027 ações.
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