O Negócios pergunta. A taxa sobre lucros extraordinários do setor energético faz sentido no cenário atual?

O Negócios desafia os seus leitores a responderem a uma pergunta no canal do WhatsApp sobre a taxa que o Governo pretende aplicar sobre lucros extraordinários de empresas de energia.
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Negócios 13:37

O Negócios quer saber a opinião dos seus leitores sobre os assuntos mais relevantes da atualidade. Para isso, coloca regularmente questões aos subscritores do .     

O ministro das Finanças afirmou que Portugal vai avançar com taxas sobre os lucros extraordinários de empresas energéticas, à semelhança do que aconteceu em 2022 na anterior crise dos preços dos combustíveis.

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"Vamos pegar nas medidas tomadas em 2022, calibrá-las, melhorá-las e - a breve trecho - apresentar ao parlamento uma proposta", disse Joaquim Mirada Sarmento. Essa calibração e melhoria do imposto face ao que já foi aplicado – sem que se conheça o resultado em termos de receita – será feita em conjunto com os outros países signatários da carta que tinha sido enviada no início de abril. O ministro acrescentou que a Comissão Europeia deixou a decisão nas mãos de cada Estado-membro. 

O foco do ministro das Finanças está no setor da energia, aquele que tem maior sensibilidade ao comportamento dos mercados globais à luz da instabilidade gerada pelo conflito entre os EUA e Israel contra o Irão.

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Na reação, a Associação Portuguesa das Empresas de Distribuição (APED) critica. "Se já era incompreensível antes, no cenário atual é muito mais evidente. "Esta retórica está completamente errada. Não nos parece razoável que o Governo pondere sequer", disse Gonçalo Lobo Xavier, diretor-geral da APED, a qual representa 220 empresas, das quais 60 do retalho alimentar.

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Se já segue o , participe neste inquérito que começou esta quarta-feira. Os resultados serão revelados na próxima terça-feira, 12 de maio. Se ainda não subscreveu, pode fazê-lo e .            

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