Tal como Air France e Lufthansa, IAG não escapa a prejuízos no arranque do ano
O Grupo IAG, dono da Iberia, registou um resultado negativo de 4 milhões e euros de janeiro a março deste ano, uma forte melhoria face aos 87 milhões de euros de prejuízos registados no primeiro trimestre de 2023.
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As receitas da empresa, que tal como a Air France-KLm e a Lufthansa já manifestaram interesse em comprar a TAP, subiram de 5,8 para 6,4 mil milhões de euros.
E as perspetivas para o verão são bastante positivias: "Estamos bem posicionados para o verão. A forte procura por viagens é uma tendência contínua", referiu o CEO do grupo, Luís Gallego, citado em comunicado.
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Os resultados da IAG seguiram a rota dos prejuízos registados pela Air France-KLM, Lufthansa e TAP no primeiro trimestre, um período que na aviação costuma ser mais fraco. E este ano nem a Páscoa em março "salvou" as contas, como os analistas tinham expectativa. No entanto, deste grupo, a IAG foi a única que melhorou os resultados.
Na semana passada, a Lufthansa reportou prejuízos de 734 milhões de euros. Este valor compara com o resultado negativo de 467 milhões registado no período homólogo de 2023. O agravamento dos prejuízos foi justificado com os litígios que deram origem a greves nos últimos meses, que provocaram o cancelamento generalizado de voos e que resultaram num impacto negativo de 350 milhões de euros nas contas do primeiro trimestre. menor carga e cancelamentos.
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Já a Air France-KLM agravou os prejuízos no primeiro trimestre devido às compensações de cerca de 50 milhões que teve de pagar aos passageiros e à melhoria das condições salariais.
Esta sexta-feia também foram divulgados os resultados da TAP que afundaram em 25,2% em comparação com o mesmo período de 2023, com a transportadora a aprofundar as perdas: entre janeiro e março registou 71,9 milhões de prejuízos, um aumento de 14,5 milhões de euros face aos 57,4 mihões de euros.
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