Dow Jones com novo máximo de fecho à boleia do consumo e "chips". S&P alcança recorde
Os principais índices em Wall Street valorizaram maioritariamente esta quinta-feira, à boleia de uma revisão em alta do "guidance" da TSMC que animou os títulos de empresas de semicondutores. Também os dados das vendas a retalho nos Estados Unidos em setembro apontam para níveis de consumo robustos nos Estados Unidos.
O S&P 500 cedeu 0,02% para 5.841,47 pontos, após ter chegado a tocar máximos históricos nos 5.878,46 pontos. O industrial Dow Jones ganhou 0,37% para 43.239,05 pontos, encerrando a segunda sessão consecutiva no valor de fecho mais elevado de sempre. Já o tecnológico Nasdaq avançou 0,04% para 18.373,61 pontos.
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Os lucros da TSMC, a maior fabricante de "chips" por contrato do mundo, aumentaram 54% no terceiro trimestre para 325,26 mil milhões de dólares de Taiwan (cerca de 9,31 mil milhões de euros, ao câmbio atual). A empresa também reviu em alta as perspetivas de receitas para o quarto trimestre, justificando pelo apetite por "chips" de inteligência artificial. As ações da TSMC cotadas nos EUA valorizaram 9,79%.
Outras fabricantes de "chips" como a Broadcom, a Intel e a Nvidia subiram 2,66%, 0,58% e 0,89%, respetivamente. Os investidores estão também atentos nas contas do terceiro trimestre da Netflix que vão ser divulgadas esta quinta-feira.
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Ainda a centrar atenções está a fabricante de veículos elétricos Lucid que tombou 19%, depois de ter anunciado que espera revelar um prejuízo maior do que o esperado no terceiro trimestre e de ter anunciado uma oferta pública de 262 milhões de ações.
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O mercado está ainda a avaliar as vendas a retalho nos Estados Unidos, que aumentaram 0,4% em setembro, o que compara com os 0,3% esperados pelos analistas. Ainda na frente económica, os números de pedidos de subsídio de desemprego nos EUA na semana passada ficaram abaixo do esperado.
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