Trump deixa cair tarifas e dá à Europa a melhor sessão desde novembro. Ubisoft afunda 40%
Juros na Europa aliviam após recuo de Trump
Após ligeira recuperação, dólar volta a negociar no vermelho
Ouro volta a aproximar-se dos 4.900 dólares apesar de alívio de tensões
Petróleo recua com Zelensky a sinalizar novas negociações com a Rússia
Recuo de Trump nas tarifas e "rally" das tecnológicas levam Wall Street ao verde
Taxa Euribor desce a três, a seis e a 12 meses
Europa negoceia em alta depois de Trump recuar nas tarifas. Ubisoft Entertainment tomba 30%
Juros da dívida aliviam
Dólar ensaia recuperação
Défice comercial do Japão cai 52% para 14,3 mil milhões de euros
Ouro recua com menor procura enquanto ativo-refúgio. Prata ganha terreno
Petróleo com perdas ligeiras. "Traders" pesam aumento dos "stocks" nos EUA contra declarações de Trump
Bolsa de Lisboa com início de sessão forte. Construtoras saltam mais de 3%
Declarações de Trump impulsionam ativos de risco. Ásia fecha em alta com impulso da IA
Trump deixa cair tarifas e dá à Europa a melhor sessão desde novembro. Ubisoft afunda 40%
As principais praças europeias receberam o anúncio de que Donald Trump, Presidente dos EUA, iria recuar das tarifas adicionais de 10% a oito países do Velho Continente com alguma euforia. O "benchmark" para a negociação europeia avançou mais de 1% esta quinta-feira, um movimento seguido pela maior parte dos índices da região, com Londres a ficar para trás neste "rally" de recuperação.
O Stoxx 600 acabou a sessão a valorizar 1,03% para 608,86 pontos, interrompendo uma série de cinco dias consecutivos no vermelho e registando a melhor sessão desde novembro. O setor de luxo e o automóvel - bastante expostos ao mercado norte-americano - registaram um dos melhores desempenhos do principal índice europeu, num dia em que a banca e a tecnologia também notaram grandes ganhos.
Depois de as novas tarifas de Trump terem causado grande turbulência nos mercados no arranque da semana, levando Wall Street e a Europa a reverterem quase por completo os ganhos anuais até ao momento, o Presidente dos EUA decidiu dar um passo atrás. A Gronelândia continua na mira do líder da maior economia do mundo, mas o republicano recusa-se a tomar o território pela força e também decidiu abandonar a ideia de pressionar o Velho Continente com uma nova guerra comercial, depois de ter alcançado um "acordo de princípio" com o secretário-geral da NATO.
"Esperamos que a recuperação continue", explica Mathieu Racheter, chefe de estratégia de ações da Julius Baer, à Bloomberg. "O importante é olhar além das manchetes geopolíticas e focar no quadro geral: o crescimento económico continua sólido, as pressões inflacionárias estão contidas e espera-se que as empresas apresentem um crescimento de lucros de dois dígitos", acrescenta.
Entre as principais movimentações do mercado, a Ubisoft caiu 39,83% para 3,99 euros, depois de a empresa de videojogos ter cancelado seis projetos e encerrado vários estúdios - tudo parte de uma fase de restruturação profunda que deverá gerar perdas de cerca de mil milhões de euros à empresa francesa neste ano fiscal. Já a Volkswagen disparou 6,51% após ter registado resultados que ficaram acima das expectativas e um fluxo de caixa de seis mil milhões de euros - mais mil milhões do que o registado em 2024.
Quanto aos principais índices da Europa Ocidental, o alemão DAX subiu 1,20%, o espanhol IBEX 35 avançou 1,28%, o italiano FTSEMIB valorizou 1,36%, o francês CAC-40 somou 0,99%, ao passo que o neerlandês AEX ganhou 0,63%. J]a o britânico FTSE 100 ficou para trás com ganhos de apenas 0,12%, numa altura em que Keir Starmer pode ver a sua liderança ameaçada no Partido Trabalhista.
Após ligeira recuperação, dólar volta a negociar no vermelho
O dólar está a negociar com perdas face aos seus principais rivais, depois de o recuo de Donald Trump, Presidente dos EUA, nas tarifas de 10% a oito países europeus terem levado a "nota verde" a recuperar algum do terreno perdido nas últimas sessões.
Com os mercados menos agitados, as divisas associadas a um maior apetite pelo risco dos investidores, como o dólar australiano e a coroa norueguesa, estão a avançar mais de 1% face à moeda norte-americana. Por sua vez, o euro avança de forma mais modesta, a ganhar 0,45% para 1,1737 dólares, enquanto a libra valoriza 0,41% para 1,3484 dólares.
"Embora os riscos geopolíticos globais possam continuar a ser um fator determinante dos mercados cambiais, é provável que o seu impacto tenha atingido o pico após Trump ter sinalizado que os EUA chegaram a um 'acordo de princípio' com a União Europeia", explica Valentin Marinov, diretor de estratégia cambial do Credit Agricole SA, à Bloomberg. Isto poderá continuar a apoiar o apetite pelo risco nas moedas e a oferecer uma pausa, mesmo que temporária, ao dólar, acrescenta.
Os analistas estão a caracterizar as movimentações desta semana no mercado como um clássico exemplo da estratégia TACO (Trump Always Chickens Out), em que o líder norte-americano tende a fazer muitas ameaças mas acaba sempre por recuar.
Já face ao iene, o dólar negoceia quase sem alterações, numa altura em que os investidores aguardam mais informações sobre o novo pacote de estímulos económicos e reduções de impostos que a primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi, pretende impor se conseguir alcançar uma maioria estável no Parlamento.
Juros na Europa aliviam após recuo de Trump
Os juros das dívidas soberanas na Zona Euro aliviaram esta quinta-feira após o recuo na tarde de ontem do Presidente dos EUA, Donald Trump, quanto à imposição de tarifas sobre oito países europeus.
A "yield" da dívida portuguesa a 10 anos desceu 0,8 pontos base para 3,255%, enquanto no país vizinho os juros baixaram 0,7 pontos, para 3,268%. Em Itália o alívio foi de 1,6 pontos, para 3,512%.
A rendibilidade das "bunds" alemãs, referência para o bloco europeu, agravou-se em 0,5 pontos, até aos 2,885%, enquanto a "yield" da dívida francesa cedeu 2,8 pontos base, para 3,513%.
Fora da Zona Euro, as "gilts" britânicas viram os juros subirem 1,7 pontos, para 4,473%.
Ouro volta a aproximar-se dos 4.900 dólares apesar de alívio de tensões
O ouro continua a ganhar terreno no mercado internacional e aproxima-se dos 4.900 dólares por onça, apesar de as tensões geopolíticas globais estarem a arrefecer e os investidores terem recuperado o apetite pelo risco.
A esta hora, o metal amarelo avança 0,95% para 4.877 dólares por onça, tendo chegado a subir mais de 1% para 4.888.42 dólares - bastante próximo dos máximos históricos atingidos na sessão de quarta-feira, quando ainda estava a ser impulsionado pela crise na Gronelândia.
Entretanto, o Presidente dos EUA, Donald Trump, decidiu recuar nas tarifas adicionais de 10% sobre oito países europeus que estavam contra os seus planos de anexarem aquela que é a maior ilha do mundo, sob controlo da Dinamarca. O líder norte-americano chegou ainda a um princípio de acordo com o secretário-geral da NATO sobre o futuro da Gronelândia - embora o líder norte-americano não tenha fornecido grandes detalhes.
A crise diplomática que Trump começou com uma série de líderes europeus, aliada ao ataque à Venezuela que culminou na captura de Nicólas Maduro, já levou o ouro a valorizar mais de 12% desde o arranque do ano e a prata a renovar máximos históricos por diversas vezes. A esta hora, o metal acelera 2,93% para 95,78 dólares - também próximo de níveis recorde.
O encontro entre Trump e o secretário-geral da NATO no Fórum Económico Mundial em Davos, "amenizou um pouco a tensão entre os EUA e a União Europeia", começou por explicar Nicholas Frappell, diretor global de mercados institucionais da ABC Refinery, à Bloomberg. Mas, de acordo com o analista, ainda há "muitos investidores que compram em baixa" a apoiar o preço do ouro.
Petróleo recua com Zelensky a sinalizar novas negociações com a Rússia
O barril de petróleo está a negociar com perdas esta quinta-feira, pressionado pelos comentários do Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, que sinalizou avanços num possível acordo de paz com a Rússia. Em Davos, no Fórum Económico Mundial, o líder ucraniano pediu à Rússia que esteja "pronta a fazer concessões" e anunciou que um encontro entre os dois países, mediado pelos EUA, vai acontecer nos próximos dias.
O West Texas Intermediate (WTI) - de referência para os EUA – recua 1,67%, para os 59,61 dólares por barril. Já o Brent – de referência para o continente europeu – segue a desvalorizar 1,56% para os 64,22 dólares por barril. Um acordo de paz entre Ucrânia e Rússia poderia levantar as sanções que o crude do último país enfrenta por parte do Ocidente, inundado um mercado de petróleo que já enfrenta um grande excedente.
O excesso de oferta no mercado já se faz sentir na evolução semanal dos "stocks" norte-americanos. Na semana passada, os inventários de crude na maior economia do mundo cresceram em três milhões de barris, com as reservas de gasolina a subirem ainda mais. A adicionar à pressão sobre os preços, o Cazaquistão está cada vez mais próximo de reabrir os dois campos petrolíferos do país que foram afetados por um incêndio - acabando assim com as disrupções no Mar Negro.
Estes movimentos acontecem após um arranque de ano bastante positivo para os preços do petróleo, impulsionados pelo clima de grande instabilidade no Irão - um dos membros da Organização de Países Exportadores de Petróleo (OPEP) - e pelas disrupções no Cazaquistão. O crude foi ainda suportado na quarta-feira pelo recuo de Donald Trump, Presidente dos EUA, nas tarifas adicionais de 10% a oito países europeus que se oponham ao plano de anexar a Gronelândia.
"A temperatura geopolítica baixou alguns graus", explica Ole Sloth Hansen, estratega do Saxo Bank, à Bloomberg. Mas com uma série de ameaças ao abastecimento por resolver e o tempo mais frio a reforçar a procura nos EUA, o analista indica que os preços provavelmente vão "conseguir permanecer estáveis" nos próximos tempos.
Recuo de Trump nas tarifas e "rally" das tecnológicas levam Wall Street ao verde
Os principais índices norte-americanos arrancaram mais uma sessão no verde, apagando de vez as perdas registadas no "sell-off" de terça-feira, numa altura em que as tensões geopolíticas mundiais parecem estar a arrefecer e os investidores podem voltar a focar-se nos resultados trimestrais das empresas e em novos dados económicos.
A esta hora, o S&P 500 avança 0,47% para 6.907,78 pontos, enquanto o tecnológico Nasdaq Composite acelera 0,70% para 23.387,10 pontos e o industrial Dow Jones ganha 0,55% para 49.344,76 pontos. O setor tecnológico é um dos grandes destaques do dia, impulsionado pelas grandes valorizações das fabricantes de semicondutores e ações ligadas à inteligência artificial (IA), isto depois de o CEO da Nvidia ter reforçado o entusiasmo dos investidores em torno da indústria, num painel em Davos.
“Estamos a assistir a um 'boom' bastante significativo nesta área. Os salários quase duplicaram”, afirmou Jensen Huang no Fórum Económico Mundial. “Todos devem poder ter uma vida confortável. Não é preciso ter um doutoramento em ciências da computação para isso", disse ainda, acrescentando que a IA vai criar mais postos de trabalho do que aqueles que vai eliminar e que a construção de mais centros de dados vai obrigar a investimentos de biliões de dólares.
Os movimentos desta quinta-feira seguem-se a uma sessão já bastante positiva para Wall Street. Os investidores aplaudiram o recuo de Donald Trump, Presidente dos EUA, nos planos de impor tarifas de 10% a oito países europeus que estavam contra os planos norte-americanos de anexação da Gronelândia e os três principais índices do país registaram ganhos superiores a 1%.
"Foi mais uma semana agitada para os mercados e, mais uma vez, Donald Trump esteve no centro de tudo", afirma Fawad Razaqzada, da Forex.com, à Bloomberg. "Depois de os seus comentários sobre as tarifas alfandegárias no fim de semana terem inicialmente abalado o ânimo, os investidores adotaram uma abordagem mais cautelosa, em vez de entrarem em pânico. Essa paciência valeu a pena", acrescenta.
O sentimento está ainda a ser impulsionado por uma revisão em alta da economia norte-americana no terceiro trimestre do ano passado, apoiada por exportações mais fortes. Entre julho e setembro de 2025, o PIB dos EUA cresceu 4,4% em termos homólogos - o maior avanços dos últimos dois anos.
Entre as principais movimentações de mercado, a Netflix continua em queda, ao ceder 1,21% para 84,33 dólares, apesar de os seus resultados trimestrais até terem conseguido superar as expectativas dos analistas. Já a Nvidia, apoiada nos comentários do seu CEO, acelera mais de 1%.
Taxa Euribor desce a três, a seis e a 12 meses
A taxa Euribor desceu esta quinta-feira a três, a seis e a 12 meses em relação a quarta-feira.
Com estas alterações, a taxa a três meses, que recuou para 2,030%, continuou abaixo das taxas a seis (2,149%) e a 12 meses (2,216%).
A taxa Euribor a seis meses, que passou em janeiro de 2024 a ser a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação com taxa variável, baixou, ao ser fixada em 2,149%, menos 0,007 pontos do que na quarta-feira.
Dados do Banco de Portugal (BdP) referentes a novembro indicam que a Euribor a seis meses representava 38,6% do 'stock' de empréstimos para a habitação própria permanente com taxa variável.
Os mesmos dados indicam que as Euribor a 12 e a três meses representavam 31,84% e 25,17%, respetivamente.
No prazo de 12 meses, a taxa Euribor também caiu, para 2,216%, menos 0,012 pontos do que na sessão anterior.
No mesmo sentido, a Euribor a três meses recuou, ao ser fixada em 2,030%, menos 0,004 pontos.
Em relação à média mensal da Euribor de dezembro, esta voltou a subir a três, a seis e a 12 meses, mas de forma mais acentuada no prazo mais longo.
A média mensal da Euribor em dezembro subiu 0,006 pontos para 2,048% a três meses e 0,008 pontos para 2,139% a seis meses.
A 12 meses, a média mensal da Euribor avançou 0,050 pontos para 2,267%.
Na reunião de 18 de dezembro, o Banco Central Europeu (BCE) manteve as taxas diretoras, de novo, pela quarta reunião de política monetária consecutiva, como tinha sido antecipado pelo mercado e depois de oito reduções das mesmas desde que a entidade iniciou este ciclo de cortes, em junho de 2024.
A próxima reunião de política monetária do BCE realiza-se em 4 e 5 de fevereiro, em Frankfurt, Alemanha.
As Euribor são fixadas pela média das taxas às quais um conjunto de 19 bancos da zona euro está disposto a emprestar dinheiro entre si no mercado interbancário.
Europa negoceia em alta depois de Trump recuar nas tarifas. Ubisoft Entertainment tomba 30%
Os principais índices europeus negoceiam com fortes ganhos esta manhã e registam valorizações pela primeira vez em cinco dias, à medida que o sentimento dos investidores segue impulsionado pelas declarações do Presidente norte-americano no Fórum Económico Mundial em Davos.
O índice Stoxx 600 – de referência para a Europa – ganha 1,27%, para os 610,35 pontos, a maior subida intradiária do “benchmark” desde novembro.
Quanto aos principais índices da Europa Ocidental, o alemão DAX sobe 1,40%, o espanhol IBEX 35 avança 0,90%, o italiano FTSEMIB valoriza 0,95%, o francês CAC-40 soma 1,40%, ao passo que o britânico FTSE 100 pula 0,69%, sendo que o neerlandês AEX ganha 1,27%. A par destes índices, o "benchmark" dinamarquês OMX Copenhagen 25 chegou a registar ganhos de cerca de 2,50% esta manhã, estando a avançar mais de 1,30% neste momento.
Donald Trump recuou na ameaça de impor novas tarifas a oito países europeus a partir de 1 de fevereiro, dizendo mesmo que chegou a um princípio de acordo com a NATO sobre o futuro da região semiautónoma, cujos detalhes ainda não são conhecidos. A par disso, uma série de resultados otimistas de cotadas do Velho Continente também estão a impulsionar a negociação a esta hora.
Um cabaz de ações de cotadas mais expostas ao comércio do Barclays — que inclui fabricantes de artigos de luxo e de automóveis — sobe a esta hora mais de 1,70%. Nesta medida, o setor automóvel (+2,30%) regista as valorizações mais expressivas, seguido pelas telecomunicações (+2,20%) e pelo setor tecnológico (+1,65%).
Já o setor da defesa segue particularmente penalizado, com as ações desta área a registarem a maior desvalorização das últimas cinco semanas depois de Trump ter dito que não irá recorrer ao uso de força militar na Gronelândia. A Rheinmetall e a Saab registam perdas de mais de 2%.
“O importante é realmente olhar além das manchetes geopolíticas e focar no panorama geral: o crescimento económico continua sólido, as pressões inflacionárias estão contidas e espera-se que as ações apresentem um crescimento de lucros de dois dígitos”, disse à Bloomberg Mathieu Racheter, da Julius Baer.
Entre os movimentos do mercado, a Volkswagen pula mais de 5%, após a empresa alemã ter registado um fluxo de caixa superior ao esperado na sua divisão automóvel. Por outro lado, a Ubisoft Entertainment afunda 30%. Isto depois de a empresa francesa de videojogos ter reduzido as suas previsões de lucros, enquanto anunciou o cancelamento da produção de seis videojogos.
Juros da dívida aliviam
Os juros da dívida estão esta quinta-feira a aliviar em praticamente rodas as regiões geográficas, incluindo nas maiores economias da Zona Euro.
As obrigações alemãs a dez anos, tidas como referência para o contexto europeu, estão a cair 1,4 pontos-base para uma taxa de 2,866%. Em França, a descida é de 2,8 pontos-base para 3,513%. Em Itália é mais acentuada, de 3,4 pontos-base, para 3,494%.
A “yield” das obrigações do Tesouro portuguesas a dez anos desce 2,7 pontos-base para 3,237%. Em Espanha, a tendência é idêntica, com uma redução de 2,6 pontos-base para 3,249%.
No Reino Unido, a taxa situa-se 4,422% com uma redução idêntica à de Itália – menos 3,4 pontos base. Nos Estados Unidos o recuo é de 0,6 pontos para 4,237%.
Dólar ensaia recuperação
A negociação do dólar segue estável nesta quinta-feira, com a "nota verde" a mostrar uma ligeira recuperação, depois do aliviar da tensão entre os EUA e a Europa relativamente à Gronelândia. Donald Trump, Presidente dos EUA, recuou na intenção de aplicar tarifas a oito países europeus e diz ter chegado a um acordo com a NATO sobre o futuro da Gronelândia.
De recordar que o escalar da tensão entre os EUA e a Europa, no início da semana, fez mesmo o dólar ter o seu pior dia em nove meses na terça-feira.
Neste contexto, o índice do dólar americano (DXY), que compara o valor da moeda norte-americana com outras divisas, avança 0,03% para os 98,7900 pontos.
Poucos minutos depois das 09:00 horas, o euro seguia a valorizar 0,03% para 1,1688 dólares e a libra segue um caminho oposto, recuando 0,07% para 1,3419 dólares. O dólar cede 0,24% para 0,7937 francos suíços. Por seu lado, o dólar recupera e avança 0,29% face à divisa japonesa, para 158,76 ienes.
Já noutros pares de câmbio, o euro avança 0,10% para 0,8711 libras e avança 0,32% para 185,58 ienes.
Bolsa de Lisboa com início de sessão forte. Construtoras saltam mais de 3%
Depois de três dias a abrir em baixa esta semana, a bolsa de Lisboa começa a sessão desta quinta-feira com um arranque forte, subindo, às 08:13 horas, 1,3% para os 8.574,75 pontos. A praça portuguesa acompanha assim a tendência positiva das congéneres europeias, com os investidores a mostrarem maior confiança depois do aliviar da tensão sobre a Gronelândia. Leia a notícia completa aqui.
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