Dívida para pequenos investidores é "espaço natural" para a Mota-Engil. Emissão avança até junho
A Mota-Engil pretende continuar com as emissões para os pequenos investidores nos próximos anos. "Este é um espaço natural" para a construtora, argumentou o CFO, José Carlos Nogueira, na apresentação do plano estratégico da Mota-Engil 2026-2030. O responsável garantiu que a habitual emissão anual deverá acontecer no primeiro semestre deste ano.
No ano passado a Mota-Engil colocou 95 milhões de euros em dívida verde junto de investidores de retalho, com a procura a superar a oferta e a levar a um aumento, quase para o dobro, do montante emitido. A emissão foi composta por duas ofertas, uma de subscrição e outra de troca. Este valor representa uma subida face aos 80 milhões angariados em 2024. Foi o primeiro ano que a cotada optou por ir ao mercado obrigacionista no primeiro semestre e este ano vai fazer o mesmo.
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José Carlos Nogueira explicou a importância deste momento, com base na história da Mota-Engil. "É uma questão de não perdermos o espaço que ganhámos, depois de 80 anos de história e, por isso, vamos ao mercado novamente em 2026", disse. O administrador com a pasta financeira ressalvou ainda que tem sido feito um trabalho na parte da dívida, de alinhar e "aumentar a maturidade das obrigações para coincidir com o volume de encomendas".
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