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Inovação no setor financeiro pressiona os bancos centrais

Os últimos dois anos têm-se revelado extremamente positivos para o ecossistema dos criptoativos. Apesar das fortes quedas que o mercado registou durante a primeira fase das medidas de confinamento devido à pandemia, o mercado acabou por crescer de forma exponencial (não descurando o desempenho dos anos anteriores).

19 de Abril de 2022 às 10:47

Ao longo destes anos, sobretudo nos últimos dois, tem-se verificado uma nova tendência nos mercados, onde este novo ecossistema tem vindo a ganhar cada vez mais relevância para os investidores, mas também para as próprias instituições financeiras (e não só). A curva da adoção tem sido apoiada sobretudo pelos países emergentes, nomeadamente nas economias em que a inflação é um problema e a moeda tende a desvalorizar de forma substancial, mas os países desenvolvidos também já começam a investigar formas de regulamentar este novo ecossistema, como os EUA, países europeus como o Reino Unido, e Japão.



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Recentemente, tem-se assistido a um novo crescimento na adoção deste novo ecossistema, embora não pelos melhores motivos, uma vez que os oligarcas russos têm optado pelas criptomoedas como forma de contornar as recentes sanções aplicadas à Rússia por parte dos países ocidentais. Esta procura desenfreada tem preocupado principalmente os reguladores e os bancos centrais, que se veem completamente impotentes na aplicação de medidas que possam travar esta recente tendência de "fuga de capitais" do sistema financeiro tradicional. Apesar dos pedidos e avisos às exchanges de criptomoedas, a verdade é que existem alternativas a essas exchanges que impedem totalmente a ação dos reguladores - esta é uma das características que já define a tecnologia blockchain desde o início: o facto de ser um sistema descentralizado, impossível de ser corrompido, dado que todas as transações são realizadas de forma encriptada e armazenadas na rede blockchain.


Ora, o sistema financeiro tem sido adverso à mudança e à inovação, pelo que a implementação da tecnologia blockchain tem suscitado algumas divisões e opiniões sobre a sua utilidade neste setor, embora seja usado noutros (como é o caso da saúde por exemplo). A mudança nunca foi tão disruptiva e acelerada como agora no que diz respeito aos meios de pagamento devido ao aparecimento das criptomoedas. Os nossos players no mercado (como as fintech) têm pressionado também estas mudanças.



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A atual transição para uma maior digitalização do setor financeiro tem pressionado os bancos centrais também a inovarem, e a implementação de um euro digital ou dólar digital, as chamadas CBDC (Central Bank Digital Currency), parece ser cada vez mais uma realidade e o caminho a seguir.


Deixamos, então, aqui algumas questões: até que ponto é que os bancos centrais vão conseguir acompanhar esta nova tendência sem comprometer a soberania das suas próprias decisões, já que estão a tentar competir com um sistema completamente diferente do tradicional?


A utilização das CBDC pode ser um sinal de inovação mas continua a ser baseada num sistema centralizado, no qual a maior parte dos investidores deste novo ecossistema defende não ser viável nem sustentável a longo prazo. Poderá esta tentativa de inovação revelar-se um desastre ou será suficiente para acompanhar esta nova tendência?




Evolução do Market cap das criptomoedas. | Fonte: statista



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